EVOLUCIÓN GEOMORFOLÓGICA DE LLANURAS COSTERAS EN EL HOLOCENO

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.4215/rm2020.e19010

Palabras clave:

Geomorfologia costeira; Holoceno; LOE; Terraços marinhos; Rio Itapicuru

Resumen

Los últimos once mil años han estado marcados por cambios ambientales en las regiones costeras. En Brasil, los modelos evolutivos y las curvas de variación del nivel del mar indicaron una fase general de regresión marina, intercalada con picos de transgresión. Estas oscilaciones contribuyeron a la evolución de extensas llanuras costeras. Sin embargo, en las llanuras costeras más pequeñas, estos problemas necesitan más discusiones. En el estudio de caso de la llanura costera de Itapicuru, se objetivó complementar la información paleoambiental para definir el posible escenario de evolución geomorfológica durante el Holoceno Medio-Superior. Fueran analizados los sedimentos superficiales de terrazas marinas y llanuras de inundación utilizando la distribución del tamaño de partícula, el análisis morfológico de los granos de cuarzo y la LOE. La correlación de los datos indicó una fase regresiva lenta y gradual entre 5 y 0,8 ka AP con formación de altas terrazas marinas. Entre 0,8 ka y el Presente ocurrió una fase regresiva rápida y abrupta, también observada en otros puntos de la costa de Bahía, con formación de bajas terrazas. Se cree que los eventos de corta duración pueden haber sido responsables de la evolución de otras llanuras costeras brasileñas con características similares.

Palabras-clave: Geomorfología Costera; Cuaternário; LOE; Terrazas Marinas; Itapicuru.

Biografía del autor/a

  • Kleber Carvalho Lima, Universidade Estadual Paulista, Rio Claro (SP), Brasil

    Doutor em Geografia pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), pesquisador de Pós-doutorado na UNESP/Rio Claro. Professor na Secretaria de Educação do Estado de São Paulo. Possui mestrado em Geografia pela UNESP/Rio Claro (2012) e graduação em Licenciatura em Geografia pela Universidade Estadual de Feira de Santana - UEFS (2008). Tem experiência em Geografia, com ênfase em Geomorfologia e SIG, atuando principalmente nos seguintes temas: Geomorfologia do Semiárido, Geomorfologia do Quaternário, Geomorfologia Fluvial, Mapeamento Geomorfológico, Análise de Bacias Hidrográficas, Análise ambiental, Desertificação dos solos no semiárido e Sistema de Informações Geográficas (SIG).

  • Archimedes Perez Filho, Universidade Estadual de Campinas, Campinas (SP), Brasil.

    Doutorado em Geografia (Geografia Física) pela Universidade de São Paulo (1987)e Livre Docente, professor Adjunto e Títular pela Unicamp. Realizou cursos no Inter American Geodetic Survey Cartographic School e na antiga URSS sobre Aspéctos Geológicos de la proteccion del médio ambiente, organizado e patrocinado pela United Nations Educational Scientific And Cultural Organization- UNESCO. Atualmente é professor titular da Universidade Estadual de Campinas, departamento de Geografia do Instituto de Geociências, atuando no ensino de graduação e Pós-graduação. Tem experiência na área de Geografia Física e Geociências, com ênfase em Geomorfologia e solos, atuando principalmente nos seguintes temas: Bacia Hidrográfica, Fragilidade ambiental de terras e suas relações com uso e ocupação e Geomorfologia do Quaternário com ênfase em geocronologia. A abordagem sistêmica é concepção teórica e metodológica de seus trabalhos e de seus orientandos. Membro Coordenador da Área Geociências - FAPESP - (2007 - atual). Foi coordenador do CA/SA CNPq e Membro do CATC/CNPq.(2012 a 2013). Atualmente membro suplente do CA/SA CNPq.

Publicado

2020-05-12

Número

Sección

Artigos