SEGUIMIENTO DEL BOSQUE ESTACIONAL DECIDUO BRASILEÑO POR PERCEPCIÓN REMOTA

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.4215/rm2020.e19022

Resumen

Entre las diversas características que el territorio brasileño dispone, una precisamente se destaca: el país contempla la segunda mayor reserva forestal del planeta, respondiendo por aproximadamente el 10% del cómputo total de las formaciones forestales globales. En este escenario, los Bosques Estacionales Deciduales (BED) constituyen el segundo tipo forestal menos expresivo en Brasil, estando situadas predominantemente en biomas no florestados, tal como Cerrado y Caatinga. Sendo así, su conservación debe apoyarse fundamentalmente en su correcta identificación, lo cual se vuelve difícil, ya que las áreas de BED son generalmente clasificadas como otros tipos de vegetación. Logo, la investigación actual tuvo como objetivo realizar el seguimiento del uso y cobertura de la tierra para los años 2007 y 2016 de la banda continua Norte de Minas Gerais - Sur del Piauí, con el fin de diagnosticar la situación actual de los bosques deciduales brasileños y verificar los principales agentes que afectan su deforestación y regeneración. El estudio constató que el incremento significativo de las áreas de cultivos y la movilidad espacial de los pastos contribuyeron determinantemente a las alteraciones presentadas por las formaciones vegetales. Sin embargo, tales controladores desempeñaron papeles diferenciados en las pérdidas/ganancias. Especialmente, se concluyó que los cambios en los bosques han sido explicados particularmente por los pastos. Los demás tipos de vegetaciones fueron impactados igualmente por esta clase, pero con participación más incisiva de las culturas.

Palabras-clave: Cartografía, Bosques Deciduales, Percepción Remota, SIG.

Biografía del autor/a

  • Andre Medeiros Rocha, Universidade de São Paulo, São Paulo(SP), Brasil

    Mestre pelo Programa de Pós-Graduação em Geografia (PPGEO/UNIMONTES, 2017). Tem experiências na realização de pesquisas utilizando técnicas de Sensoriamento Remoto e Sistemas de Informação Geográfica (SIGs), atuando principalmente nos temas: Análise Morfométrica, gerência de Banco de Dados Geográficos, Balanço de Radiação, Mapeamento de Uso e Cobertura do Solo e Análises Espaciais através dos softwares ArcGIS e ENVI. Atualmente, é Doutorando em Geografia Física pela Universidade de São Paulo (USP)

  • Marcos Esdras Leite, Universidade Estadual de Montes Claros, Montes Claros (MG), Brasil

    Doutor em Ecologia (Conservação e Manejo da Vida Silvestre) pela Universidade Federal de Minas Gerais (2004). Desde 2005, é professor da Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes). Tem experiência na área de Ecologia, com ênfase em Interação Animal-Planta, e trabalha principalmente com padrões de herbivoria, sucessão ecológica e conservação de florestas tropicais secas. É coordenador da Rede Matas Secas, grupo cadastrado no Diretório de Grupos de Pesquisa do CNPq. Atualmente é professor visitante na Universidade de Exeter, Inglaterra, com bolsa da CAPES. 

  • Mário Marcos do Espírito-Santo, Universidade Estadual de Montes Claros, Montes Claros (MG), Brasil

    Professor do Programa de Pós-Graduação em Geografia/ UNIMONTES e do Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Social/ UNIMONTES. Graduado em Geografia/Unimontes. Doutor em Geografia pela Universidade Federal de Uberlândia - UFU. Tem experiência na área de ensino e pesquisa em Geografia, com ênfase em SIG e Sensoriamento Remoto aplicado à estudos socioambientais. Coordenador do Laboratório de Geoprocessamento/UNIMONTES. Realizou estágio técnico de doutoramento na Universidade Nova de Lisboa com bolsa da FAPEMIG. Bolsista de produtividade da FAPEMIG. Membro do CODEMA de Montes Claros/MG. Coordenador PPGEO/Unimontes

Publicado

2020-10-20

Número

Sección

Artigos