COMPACTACIÓN E IMPERMEABILIZACIÓN DEL SUELO EN CANALES FLUVIALES URBANOS

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.4215/rm2020.e19023

Palabras clave:

Adensamento urbano; Escoamento superficial; Erosão fluvial.

Resumen

La expansión y la densificación urbana han dado lugar a fenómenos relacionados con la degradación de las cuencas hidrográficas. El objetivo de este trabajo es evaluar la influencia del aumento de la presión antrópica sobre los desequilibrios que involucran procesos de erosión y la consecuente degradación de la llanura aluvial de una cuenca hidrográfica en Aparecida de Goiânia - GO. La metodología comprendió la correlación espacio-temporal entre la reducción del tiempo de concentración, el aumento de las estimaciones de escorrentía y la consiguiente degradación de la llanura en 1992, 2005 y 2016. Los resultados indican un aumento de erosiones en los segmentos de convergencia del cauce, con un gradiente altimétrico bajo y presencia de Neosuelo Flúvico, como resultado del aumento del volumen y de los picos del caudal que surgen de las áreas con un proceso de densificación significativo en los últimos 24 años. Así, se destaca la importancia del uso de indicadores de aumento de la presión antrópica para comprender los impactos relacionados con la densificación urbana.

 Palabras clave: Densificación urbana; Escorrentía Superficial; Erosión fluvial.

 

Biografía del autor/a

  • Elizon Dias Nunes, Universidade Federal de Goiás, Goiânia (GO), Brasil

    Doutor em Geografia - Tratamento da Informação Geográfica (2015), pela Universidade Federal de Goiás. Trabalhou de 2008 a 2009 no projeto Levantamento, Estudo e Desenvolvimento do Potencial de Produção de Biocombustíveis na Área de Influência da Ferrovia Norte-Sul, o qual envolveu mapeamento, análise integrada e relatórios técnicos de Pedologia, Geomorfologia, Hidrografia, Variabilidade e Sazonalidade da Precipitação, Cobertura e Uso do Solo, Aptidão Agrícola das Terras e Estrutura Fundiária. Durante o ano de 2010 atuou como professor nível P III dos ensinos Fundamental e Médio na Secretaria Estadual de Educação de Goiás. De 2014 a 2017 trabalhou no projeto Monitoramento e Estudos de Técnicas Alternativas na Estabilização de Processos Erosivos em Reservatórios de UHEs no âmbito do convênio Furnas-Eletrobras-UFG. Atualmente é Geógrafo no Instituto de Estudos Socioambientais no Laboratório de Geomorfologia, Pedologia e Geografia Física (LABOGEF), onde trabalha com Cartografia, Geoprocessamento, Sistemas de Informações Geográficas e Sensoriamento Remoto aplicados ao tratamento da informação geográfica e modelagem multifatorial de fenômenos ambientais entre eles modelagem hidrológica e processos erosivos em ambientes rurais e urbanos. Na área técnica possui experiência no uso e ensino dos Sistemas de Informações Geográficas SPRING (INPE), ArcGIS (ESRI), ENVI e Quantum GIS, bem como no tratamento e interpretação de imagens LANDSAT, RESOURCESAT, ALOS, SENTINEL, CBERS, Rapideye, Geoeye e MDTs e MDEs de diversas resoluções. Na docência possui experiência no ensino de Geografia nos níveis Fundamental e Médio, bem como metodologias de avaliação. Nos níveis tecnológicos e de graduação no ensino de disciplinas correlatas à Geografia Física. Eventualmente participa como colaborador convidado para ministrar módulos práticos-operacionais no ensino de Geografia Física no Mestrado e Doutorado em Geografia - PPGEO-UFG. 

  • Lucas Esp´´índola Rosa, Universidade Federal de Goiás, Goiânia (GO), Brasil

    Mestre em Geografia (2016), ambos pela Universidade Federal de Goiás. Atualmente é doutorando em Geografia no Programa de Pós-Graduação em Geografia. Atua como Técnico em Mineração no Laboratório de Geomorfologia, Pedologia, e Geografia Física - LABOGEF/IESA/UFG. Tem experiência profissional em: Atividades minerárias; Planejamento Ambiental; Cartografia, Geomorfologia e Pedologia, atuando em consultorias e assessorias ambientais (elaboração de estudos ambientais que envolvam aspectos do meio-físico e socioeconômico). Apresenta interesse em pesquisa nos seguintes temas: Geomorfologia; Pedologia; Recursos Naturais; Mudanças de Uso do Solo.

Publicado

2020-10-20

Número

Sección

Artigos