CARTOGRAFÍA SOCIAL DE LA INJUSTICIA AMBIENTAL EN CHAPADA DO APODI, CEARÁ

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.4215/rm2024.e23018

Palabras clave:

Cartografía social, Injusticia ambiental, Agronegocios, Chapada do Apodi

Resumen

Chapada do Apodi, en Ceará, es una zona de expansión de la agroindustria algodonera, que ha producido procesos de injusticia ambiental contra las comunidades campesinas. A través del estudio se pretende conocer el potencial de los mapas sociales, elaborados a través de mapeo participativo, para revelar la injusticia ambiental causada por los agronegocios. En este sentido, el presente estudio pretende visibilizar, a través de la cartografía social, la injusticia ambiental desencadenada por la territorialización de los agronegocios en la región. Para lograrlo, partimos de un enfoque cualitativo a través de la investigación participativa, con la cartografía social como procedimiento central de la investigación. A través de los mapas sociales elaborados se pudo evidenciar el aumento de la deforestación, áreas con “olor a veneno”, la incorporación de antiguos criaderos de cabras, la desactivación de apiarios y muertes de abejas, la destrucción de tecnologías sociales y la posible contaminación de depósitos de placas. Además, se comprendió que la injusticia ambiental puede revelarse a través de procesos de mapeo participativo, basados en la cartografía social. Palabras-clave: Palabras-clave:

Cartografía social; Injusticia ambiental; Agronegocios; Chapada do Apodi

Biografía del autor/a

  • Jackson Araujo de Sousa, Universidad Estatal de Ceará

    Doutorando em Geografia (PropGeo/UECE). Mestre em Geografia (Geoceres/UFRN). Graduado em Licenciatura em Geografia (IFCE). Especialista em Ensino de História e Geografia (UNIBF). Membro do Grupo de Pesquisa Territórios do Semiárido (Semiar/UFRN) e do Grupo de Pesquisa e Articulação Campo, Terra e Território (Naterra/UECE). Atua em pesquisa sobre o paradigma da convivência com o Semiárido, expansão e impactos do neoextrativismo, territorialidade camponesa e territorialidade neoextrativista, buscando compreender processos de injustiça ambiental.

  • Leandro Vieira Cavalcante, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal (RN), Brasil

    Doutor em Geografia pela Universidade Estadual do Ceará (UECE). Professor ado Departamento de Geografia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (DGC/UFRN).  Coordenador do Grupo de Pesquisa Territórios do Semiárido (SEMIAR - registrado no CNPq). No âmbito da gestão, na UFRN atua como coordenador do Programa de Pós-Graduação em Geografia, vice-chefe do Departamento de Geografia e vice-diretor do Museu do Seridó. Realiza atividades de ensino, pesquisa e extensão nas áreas de Geografia Agrária, Geografia do Semiárido e Ensino de Geografia, com ênfase nos seguintes temas: questão agrária; territorialização do capital; injustiça ambiental; agroecologia e agricultura camponesa; convivência com o semiárido; políticas públicas e tecnologias sociais; lutas e resistências no campo; educação contextualizada e educação do campo.

Publicado

2024-10-06

Número

Sección

Artigos