COMPLEXIDAD GEOECONÓMICA Y LAS ANÁLISIS GEOGRÁFICAS REGIONALES

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.4215/rm2024.e23032

Palabras clave:

Complexidade geoeconômica, Economias de aglomeração, Oeste catarinense

Resumen

El objetivo del artículo es revelar la complexidad geoeconómica en economías de aglomeración regionales. Para el presente artículo, el recorte espacial es la región Oeste del estado de Santa Catalina. El cruzamiento del referencial bibliografico con los datos empíricos de la pesquisa tubo cómo resultado principal la quiebra del estereotipo de que la región en análisis es especializada solamente en la producción agroindustrial. En
verdad, se trata de una dinámica geoeconómica complexa, especializada y diversificada; frente la verificación del desbordamiento del capital agroindustrial para otros sectores productivos, cómo: máquinas y equipamientos, metal mecánico, energía, tecnologías de producción frigorífica, investimentos inmobiliarios y otros. Frente al expuesto, se llegó a la identificación de cuatro economías de aglomeración con especificidades y semejanzas del punto de vista productivo, cual sea: Chapecó y Xanxerê, Concórdia y Joaçaba, Videira y Caçador y, en fin, São Miguel del Oeste. Metodológicamente la pesquisa consideró tres pasos: 1) levantamiento bibliográfico y de datos; 2) trabajos de campo y visitas técnicas; 3) organización, cruzamiento y cualificación de los datos levantados.

Palabras-clave: Complexidad Geoeconómica; Economías de Aglomeración; Oeste de Santa Catarina.

Biografía del autor/a

  • Eduardo von Dentz, Universidade Federal do Ceará, Fortaleza (CE), Brasil

    Doutor em Geografia (UFSC-2022). É professor adjunto na área de Geografia humana e econômica (departamento de Geografia da Universidade Federal do Ceará - UFC). Participa como membro do grupo de pesquisa da UFSC: Formação Sócioespacial: progresso técnico e desenvolvimento econômico (GEOTDE) e da UERJ: Nova economia do projetamento, na linha de pesquisa sobre complexo agroindustrial. Tem experiência na área de Geografia, com ênfase em Geografia econômica, regional e da agropecuária, atuando principalmente nos seguintes temas: agronegócios, complexos produtivos e complexidade geoeconômica regional. 

  • Carlos José Espíndola, Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópoles (SC), Brasil

    Doutor em Geografia (Geografia Humana) pela Universidade de São Paulo (2002). e Pós Doutorado na Universidade Autônoma de Barcelona (2010). Atualmente é professor titular da Universidade Federal de Santa Catarina (Departamento de Geociências), ministrando uma disciplina na graduação (organização do espaço mundial) e duas no PPGG (Dinâmica capitalista da agricultura brasileira e tecnologia, indústria e organização do espaço). É editor chefe da revista Geosul (GCN/UFSC) e consultor do CNPq e CAPES. Tem experiência na área de Geografia Humana, com ênfase em Geografia econômica, atuando principalmente nos seguintes temas: agroindustrias, desenvolvimento regional urbano e rural, competitividade e agronegócios.

Publicado

2024-10-27

Número

Sección

Artigos