TIJUCA MASSIF, ITS FORESTS, AND THE SOCIAL METABOLISM OF THE CITY OF RIO DE JANEIRO, BRAZIL, FROM THE NINETEENTH TO THE EARLY TWENTIETH CENTURY

Auteurs

  • Gabriel Paes da Silva Sales Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro Auteur·e
  • Rejan R. Guedes-Bruni Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro/Departamento de Biologia Auteur·e

DOI :

https://doi.org/10.4215/rm2026.e25001

Mots-clés :

Interações Sociedade-Natureza; Metabolismo Urbano; Áreas Verdes Urbanas; Florestas Urbanas; História Ambiental.

Résumé

A paisagem do Rio de Janeiro, marcada por seu singular arranjo geomorfológico e pela diversidade de suas florestas e ecossistemas, reflete o processo histórico de conformação da cidade. Este trabalho analisa o papel desempenhado pelo Maciço da Tijuca na expansão urbana, sobretudo no século XIX, identificando os principais fatores que orientaram o uso e a transformação do solo em uma dinâmica que reverbera até hoje. Este maciço e a Floresta da Tijuca – maior floresta urbana plantada do Brasil, fruto de projeto inovador, no século XIX – atuaram como vetores estruturantes da cidade, influenciando tanto sua expansão territorial, quanto a formação de práticas culturais e modos de vida que compõem a identidade carioca. A presença de áreas verdes no coração da metrópole transcende o valor do patrimônio natural, revelando dimensões não só biológicas, mas também culturais e históricas que redimensionam sua importância. Assim, a cidade pode ser compreendida como um organismo dinâmico, em constante interação com o ambiente biofísico, no qual as transformações urbanas expressam uma rede de interações sociais, ecológicas e políticas, onde o maciço e suas florestas assumem centralidade como expressão deste metabolismo.

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Publiée

2026-03-07

Numéro

Rubrique

Artigos

Comment citer

TIJUCA MASSIF, ITS FORESTS, AND THE SOCIAL METABOLISM OF THE CITY OF RIO DE JANEIRO, BRAZIL, FROM THE NINETEENTH TO THE EARLY TWENTIETH CENTURY. (2026). Mercator, 25. https://doi.org/10.4215/rm2026.e25001