TRANSPORTES E A LOGÍSTICA FRENTE À REESTRUTURAÇÃO ECONÔMICA NO BRASIL

Autores

DOI:

https://doi.org/10.4215/rm2018.e17008

Palavras-chave:

Logística de Estado, Logística corporativa, Fluidez e competitividade Territorial, Sistemas de normas e tributação

Resumo

A contemporânea reestruturação econômica possui dois importantes componentes que articulados impactam na reconfiguração espacial que sofre o território brasileiro: são eles a logística de Estado e a logística corporativa voltadas para os transportes e funcionando como estratégias para o planejamento e para a gestão territorial (pública) e corporativa, com a finalidade de inserir e expandir a fluidez e a competitividade e alterar as configurações territoriais. Já os processos de expansão geográfica do capital contam com a atuação do poder público no atendimento das demandas corporativas por infraestruturas de transportes e armazenamento. Na mesma direção, a logística realizada pelas empresas, otimiza os sistemas de engenharia de transportes, a fim de minimizar novas construções e custos de produção. Este estudo mostra que a logística, enquanto inovação organizacional, serve para aumentar a fluidez e a competitividade territorial, interferindo no reordenamento de diversos espaços do território brasileiro.

Palavras-chave: Logística corporativa; Logística de Estado; Fluidez territorial; Competitividade territorial; Modernização; Sistemas de normas e tributação.

Biografia do Autor

  • Márcio Rogério Silveira, Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis (SC), Brasil

    Doutor em Geografia pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho"; (UNESP), Campus de Presidente Prudente/SP. Atualmente é Professor Adjunto do Departamento de Geociências da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e dos Programas de Pós-Graduação em Geografia da UFSC e da UNESP (Campus de Presidente Prudente). É lider do Grupo de Estudos em Desenvolvimento Regional e Infraestruturas (GEDRI), Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Geografia da UFSC, Bolsista Produtividade do CNPq.

Publicado

2018-03-26

Edição

Seção

Artigos