ESPAÇOS LIVRES “ESQUECIDOS” E GRUPOS SOCIAIS “OMITIDOS”
DOI:
https://doi.org/10.4215/rm2018.e17029Palavras-chave:
Espaços urbanos. Riscos sociais. Referências teóricas. Modelos empíricos. Metrópoles brasileiras. Regiões geográficas.Resumo
Espaços livres restam, por inúmeras razões, “esquecidos” das dinâmicas funcionais das cidades. Nesse cenário, o objetivo central deste estudo consiste em analisar experiências de uso e apropriação desses locais, consideradas as referências teóricas pertinentes ao enfrentamento da problemática do seu paulatino “esquecimento”. Para tanto, partiu-se da interpretação de exemplos empíricos – cinco capitais de estados brasileiros em diferentes regiões geográficas, inserções urbanísticas, condições econômicas e funções locais não originais. Os resultados alcançados conduzem à compreensão dos problemas preconizados em diferenciados posicionamentos na malha urbanizada e à percepção de alternativas de mitigação da vulnerabilidade social de grupos de risco, especialmente crianças e adolescentes expostos a substâncias psicoativas. A apropriação espacial compartilhada, com espacialidades, temporalidades e funcionalidades relacionadas ao senso de coletividade e ao discernimento da cidadania, oferece possibilidades para esses indivíduos não permanecerem “omitidos” e “omissos” naquele debate.Palavras chaves: Espaços urbanos; Riscos sociais; Experiências empíricas; Metrópoles brasileiras.
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Publicado
2018-12-21
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Seção
Artigos
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