“Re-treatment “ youth in Fortaleza : human rights and micropolitical interventions

Authors

  • João Paulo Pereira Barros Universidade Federal do Ceará
    • Lilith Feitosa Acioly Universidade Federal do Ceará
      • Júlia Alves Dias Ribeiro Universidade Federal do Ceará

        Keywords:

        Youth, urban violence, human rights, psychology

        Abstract

        This article aims to analyze processes of criminalization and young extermination in Fortaleza, Brazilian capital with the highest murder rate in these segments, and give visibility to micropolitical front interventions such defilements of human rights on the outskirts of the city. relations between neoliberal state and recrudescence of criminalization and extermination of young people will be discussed, emphasizing its brands in Fortaleza. In a second stage, interventions will be presented around the urban violence involving young people developed by extension practices related to the Department of Psychology at the Federal University of Ceará (UFC) in Fortaleza territories with significant records of juvenile mortality. Noteworthy are the experiences of creation of collective analysis devices, in the form of workshops and rounds of conversation held between 2015 and 2016, with the residents and social workers inserted in one of the main equipments of Fortaleza youth policy. You will see the participation of extension actions at public events aimed at questioning the imprisonment and murder of young people. We conclude the article pointing out the usefulness and the implication of the relationship between extension and research practices for training in psychology, articulating issues such as violence, social exclusion and modes of subjectivity.

        Downloads

        Download data is not yet available.

        Author Biographies

        • João Paulo Pereira Barros, Universidade Federal do Ceará
          Professor do Departamento de Psicologia e do Programa de Pós-Graduação em Psicologia da UFC. Graduado em Psicologia, Mestre em Psicologia e Doutor em Educação pela UFC.
        • Lilith Feitosa Acioly, Universidade Federal do Ceará
          Graduanda de Psicologia da UFC
        • Júlia Alves Dias Ribeiro, Universidade Federal do Ceará
          Graduanda de Psicologia da UFC.

        References

        Abramo, H. W. (1997). Considerações sobre

        a tematização social da juventude no Brasil.

        Revista Brasileira de Educação, Maio-

        -Agosto.

        Agamben, G. (2009). Homo Sacer: o poder

        soberano e a vida nua 1: Belo Horizonte:

        Editora UFMG.

        Barros, R. B. (2007). Grupo: a afirmação

        de um simulacro. Porto Alegre, RS. Sulina

        Editora UFGRS.

        Batista, V. M. (2015). A juventude e a

        questão criminal no Brasil. In: Magalhães,

        J. L. Q.; Salum, M. J. G; Oliveira, R. T. Por

        que somos contrários à redução da maioridade

        penal? Brasília: Conselho Federal de

        Psicologia.

        Batista, V. M. (2012) Adesão subjetiva à

        barbárie. In: BATISTA, V. M. (Org). Loic

        Wacquant e a questão penal no capitalismo

        neoliberal. Rio de Janeiro: Revan.

        Bicalho, P.P.G. (2005). Subjetividade e abordagem

        policial: por uma concepção de direitos

        humanos onde caibam mais huma-

        -nos. [Online]. Tese de Doutorado. Programa

        de Pós-Graduação em Psicologia, Universidade

        Federal do Rio de Janeiro.

        Centro de Defesa da Criança e do Adolescente,

        Fortaleza. (2015). Monitoramento

        do Sistema Socioeducativo: diagnóstico

        da privação de liberdade de adolescentes

        no Ceará. Recuperado em 24 junho,

        do Web site: http://www.

        cedecaceara.org.br/wp-content/uploads/

        /09/Monitoramento-do-sistema-

        socioeducativo-diagn%C3%B3stico-

        -da-priva%C3%A7%C3%A3o-da-liberdade-

        de-adolescentes-no-Cear%C3%A1.pdf.

        Coimbra, C; Lobo, L; Nascimento, L.M.

        (2008). Por uma invenção ética para

        os direitos humanos. Psicologia clinica,

        vol.20, no.2, Rio de Janeiro.

        Deleuze, G., & Gattari, F. (1997). Mil Platôs.

        Capitalismo e Esquizofrenia. Rio de

        Janeiro: Editora 34.

        Fórum Brasileiro de Segurança Pública

        (2015). Anuário Brasileiro de Segurança

        Pública 2015.

        Foucault, M. (2005). Em defesa da sociedade.

        São Paulo: Martins Fontes.

        Foucault, M. (2008). Segurança, Território,

        População. São Paulo: Martins Fontes. invenção

        de si .

        Kastrup, V.; Passos, E. (2013). Cartografar

        é traçar um plano comum. Fractal: Revista

        de Psicologia, v. 25, p. 263-280.

        Lemos, F.C.S.; Scheinvar, E.; Nascimento,

        M.L (2012). Uma análise do acontecimento

        “crianças e jovens em risco”. Psicologia

        & Sociedade; 24(n.spe.): 25-30.

        Melo, D. L. B; Cano, I. (2014). Índice de Homicídio

        na Adolescência: IHA 2012. Rio de

        Janeiro: Observatório de Favela.

        Muniz, C. R., Galvão, D. G., & Moreas, E.

        (2010). Fanzines: Autoria, subjetividade e

        Paiva, L. F. (2015). Mortes na periferia:

        considerações sobre a chacina de 12 de

        novembro em Fortaleza. Revista O Público

        e o Privado, n. 26, julho/dezembro, p.

        -281.

        Pelbart, P. P. A comunidade dos sem comunidade.

        In: PELBART, P. P. Vida capital:

        ensaios de biopolítica. São Paulo: Iluminuras,

        p. 28-41.

        Wacquant, L. (2012). Forjando o estado

        neoliberal: trabalho social, regime prisional

        e insegurança social. In: Batista, V. M.

        (Org). Loic Wacquant e a questão penal no

        capitalismo neoliberal. Rio de Janeiro: Revan.

        Wacquant, L. (2001). As Prisões da Miséria.

        Rio de Janeiro, Jorge Zahar Editor.

        Waiselfisz, J. J. (2015). Mapa da Violência:

        mortes por arma de fogo. Brasília: Juventude

        Viva.

        Zaccone, O. (2007). Acionistas do nada:

        quem são os traficantes de drogas. Rio de

        Janeiro: Revan,

        Published

        2016-07-30

        Issue

        Section

        Articles

        How to Cite

        “Re-treatment “ youth in Fortaleza : human rights and micropolitical interventions. (2016). Revista De Psicologia, 7(1), 115-128. https://periodicos.ufc.br/psicologiaufc/article/view/3677