Óbitos maternos: necessidade de repensar estratégias de enfrentamento

Autores

  • Aline Cruz Esmeraldo Áfio Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, CE, Brasil
    • Maria Alix Leite Araújo Universidade de Fortaleza. Fortaleza, CE, Brasil.
      • Ana Fátima Braga Rocha Universidade de Fortaleza. Fortaleza, CE, Brasil.
        • Roumayne Fernandes Vieira Andrade Secretaria Estadual de Saúde da Paraíba. João Pessoa, PB, Brasil.
          • Simone Paes de Melo Universidade de Fortaleza. Fortaleza, CE, Brasil.

            Palavras-chave:

            Mortalidade Materna, Saúde da Mulher, Vigilância Epidemiológica.

            Resumo

            O estudo teve como objetivo analisar os óbitos maternos e apresentar a Razão de Mortalidade Materna no município de Fortaleza, Nordeste do Brasil, nos anos de 2008 a 2010. Estudo descritivo. Os dados foram colhidos do Sistema de Informação de Mortalidade e das fichas de investigação de óbito materno da Secretaria de Saúde do município. Foram analisados 56 óbitos maternos, com uma Razão de Mortalidade de 39,75/100.000 nascidos vivos. A faixa etária predominante foi de 20 a 29 anos de idade (50,0%). Dentre os óbitos maternos obstétricos diretos, os transtornos hipertensivos foram as causas mais prevalentes (50,0%). Nos obstétricos indiretos, foram as doenças infecciosas e parasitárias (28,1%). Quase a totalidade dos óbitos eram evitáveis ou provavelmente evitáveis (91,1%). Pode-se inferir que a maioria dos óbitos poderia ter sido evitada por meio da garantia da qualidade da atenção pré-natal.

             

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            Publicado

            2014-08-20

            Edição

            Seção

            Artigos de Pesquisa

            Como Citar

            1.
            Áfio ACE, Araújo MAL, Rocha AFB, Andrade RFV, Melo SP de. Óbitos maternos: necessidade de repensar estratégias de enfrentamento. Rev Rene [Internet]. 20º de agosto de 2014 [citado 19º de maio de 2026];15(4). Disponível em: https://periodicos.ufc.br/rene/article/view/1092