Intoxicação por raticida em um Centro de Assistência Toxicológica

Autores

  • Beatriz Ferreira Martins Universidade Estadual de Maringá
  • Anai Adario Hungaro Hospital Universitário Regional de Maringá. Maringá, PR, Brasil.
  • Jessica Adrielle Teixeira Santos Universidade de São Paulo
  • William Campo Meschial
  • Laiane Mucio Correia
  • Magda Lúcia Félix de Oliveira

Palavras-chave:

Envenenamento, Rodenticidas, Vigilância Sanitá

Resumo

Objetivo: caracterizar as intoxicações por raticida comercializado clandestinamente sob a denominação dechumbinho. Métodos: estudo descritivo e transversal, por análise retrospectiva de fichas epidemiológicas deOcorrência Toxicológica de um Centro de Assistência Toxicológica, dos anos de 2006 a 2013. Resultados: foramanalisadas 115 fichas, com média anual de 14,4 ± 4,8 casos e 35,6% dos registros no quarto biênio. A maioria dasintoxicações ocorreu no sexo masculino (57,3%), na faixa etária entre 15 e 49 anos (78,3%) e pela circunstânciatentativa de suicídio (90,4%). Constatou-se gravidade clínica dos casos, pois 92,1% intoxicados necessitaram deinternação hospitalar e aconteceram quatro óbitos (3,5%). Conclusão: os casos de intoxicação por chumbinhoaumentaram gradualmente nos anos estudados, em indivíduos do sexo masculino, em idade economicamenteativa e por intoxicação intencional. Há necessidade de maior fiscalização sanitária na região, visando diminuiçãoda oferta e aprimoramento das orientações aos consumidores.

Biografia do Autor

  • William Campo Meschial
    Universidade Estadual de Maringá
  • Laiane Mucio Correia
    Hospital Paraná. Maringá, PR, Brasil.
  • Magda Lúcia Félix de Oliveira
    Universidade Estadual de Maringá

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Publicado

2016-02-21

Edição

Seção

Artigos de Pesquisa

Como Citar

1.
Intoxicação por raticida em um Centro de Assistência Toxicológica. Rev Rene [Internet]. 21º de fevereiro de 2016 [citado 7º de fevereiro de 2026];17(1):3-9. Disponível em: https://periodicos.ufc.br/rene/article/view/2599