Impacto da implantação da Rede Cegonha nas hospitalizações em Unidade de Terapia Intensiva Neonatal

Autores

  • Sandra Mara Aparecida dos Santos de Andrade
    • Cristiana Aparecida Soares Manzotti
      • José Alípio Garcia Gouveia
        • Cristiane Faccio Gomes
          • Marcelo Picinin Bernuci
            • Angélica Capellari Menezes Cassiano

              Palavras-chave:

              Morte do Lactente, Prematuro, Unidades de Terapia Intensiva Neonatal.

              Resumo

              Objetivo: avaliar o impacto da implantação da rede cegonha nas hospitalizações em Unidade de Terapia Intensiva Neonatal. Métodos: estudo retrospectivo e transversal, com 283 prontuários de recém-nascidos hospitalizados em unidade de terapia intensiva neonatal antes e após a implantação da Rede Cegonha, correlacionando dados da gestante às condições dos bebês. Resultados: após a implantação da Rede Cegonha, a porcentagem de gestantes que realizaram seis ou mais consultas aumentou 6,5% e diagnóstico de doença hipertensiva específica da gestação reduziu 10,8%. Notou-se também redução de uma semana na idade gestacional média dos bebês bem como redução de 14,4% na porcentagem de bebês com peso ≥2500 gramas. O número de óbitos durante a hospitalização passou de 2,4% para 14,5%. Conclusão: a meta de realizar triagem e monitoramento das gestações de risco foi atingida, entretanto, a redução da taxa de mortalidade neonatal ainda é desafio.

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              Publicado

              2016-06-05

              Edição

              Seção

              Artigos de Pesquisa

              Como Citar

              1.
              Andrade SMA dos S de, Manzotti CAS, Gouveia JAG, Gomes CF, Bernuci MP, Cassiano ACM. Impacto da implantação da Rede Cegonha nas hospitalizações em Unidade de Terapia Intensiva Neonatal. Rev Rene [Internet]. 5º de junho de 2016 [citado 3º de junho de 2026];17(3):310-7. Disponível em: https://periodicos.ufc.br/rene/article/view/3442