Risco de mortalidade associado aos níveis glicêmicos em pacientes com septicemia na Terapia Intensiva

Autores

  • Adriana Cristina Moreira
    • Luciano Garcia Lourenção
      • Natália Sperli Geraldes Marin Santos Sassaki
        • Claudia Eli Gazetta
          • Silvia Helena Figueiredo Vendramini
            • Maria de Lourdes Sperli Geraldes Santos

              Palavras-chave:

              Hiperglicemia, Sepse, Mortalidade, Unidade de Terapia Intensiva.

              Resumo

              Objetivo: estimar o risco de mortalidade associado aos níveis glicêmicos em pacientes com septicemia em uma Unidade de Terapia Intensiva. Métodos: estudo de coorte retrospectivo com 263 pacientes com septicemia internados em uma unidade de terapia intensiva, utilizando dados do sistema de gestão hospitalar. Resultados: houve maior frequência de pacientes na faixa etária de 14 a 59 anos (52,1%), sexo masculino (55,9%), raça branca (85,9%), de especialidades clínicas (65,8%); o período de internação variou de 2 a 132 dias; 91,6% dos pacientes (n=241) estavam hiperglicêmicos no momento da hospitalização. Ocorreram 37 (14,1%) óbitos, sendo mais frequentes nos pacientes que apresentaram hiperglicemia na hospitalização (1,49 óbitos/1000 pacientes). Conclusão: a hiperglicemia mostrou-se fator de risco para mortalidade em pacientes internados na Unidade de Terapia Intensiva.

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              Publicado

              2016-06-05

              Edição

              Seção

              Artigos de Pesquisa

              Como Citar

              1.
              Moreira AC, Lourenção LG, Sassaki NSGMS, Gazetta CE, Vendramini SHF, Santos M de LSG. Risco de mortalidade associado aos níveis glicêmicos em pacientes com septicemia na Terapia Intensiva. Rev Rene [Internet]. 5º de junho de 2016 [citado 3º de junho de 2026];17(3):324-9. Disponível em: https://periodicos.ufc.br/rene/article/view/3446