Classificação de risco em pediatria realizada por enfermeiros com enfoque nas condições clínicas
DOI:
https://doi.org/10.15253/2175-6783.20192040928Palavras-chave:
Triagem; Enfermagem Pediátrica; Acolhimento; Promoção da Saúde.Resumo
Objetivo: verificar associação entre a classificação de risco realizada por enfermeiros e as condições clínicas apresentadas por crianças e adolescentes. Métodos: estudo transversal, realizado com 397 crianças/adolescentes na emergência de hospital público de nível secundário. Utilizaram-se, na coleta de dados, de formulário, contendo dados sociodemográficos e clínicos; e do Guia de Acolhimento com Classificação de Risco em Pediatria validado. Resultados: não houve associação significativa entre características sociodemográficas das crianças e classificação de risco. Predominaram crianças do sexo feminino, idade entre um e cinco anos e peso adequado para faixa etária. Houve associação significativa (p<0,005) entre classificações de risco adotadas, discriminadores de risco (p=0,001), procedimentos realizados (p<0,001) e destino do paciente (p=0,013). Conclusão: a associação entre classificação de risco adotada e variáveis clínicas pediátricas confirma o grau de complexidade apresentado por crianças/adolescentes, favorecendo avaliação clínica assertiva por enfermeiros no acolhimento.
Downloads
Publicado
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2019 Rev Rene

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.






