Autocuidado após o transplante de medula óssea autólogo no processo de cuidar pelo enfermeiro

Autores

  • Edna Aparecida Barbosa de Castro Universidade Federal de Juiz de Fora
    • Angélica Mônica Andrade
      • Kelli Borges dos Santos
        • Teresa Cristina Soares
          • Luana Torres Esterci

            Palavras-chave:

            Autocuidado, Alta do Paciente, Transplante de Medula Óssea, Enfermagem.

            Resumo

            Este artigo apresenta uma investigação qualitativa, apoiada nos pressupostos teóricos de Dorothea Orem, que objetivou compreender como as orientações fornecidas no momento da alta sobre os cuidados relacionados ao transplante de medula óssea influenciam no autocuidado após a alta. Foram sujeitos sete adultos de um município de Minas Gerais submetidos ao transplante e que obtiveram alta hospitalar entre outubro de 2004 e setembro de 2010. A coleta dos dados foi realizada em janeiro de 2011 por meio de visitas domiciliares, entrevistas semiestruturadas e observação. A partir da análise temática os resultados apontaram para uma discussão sobre as orientações recebidas no momento da alta e sobre os requisitos para o autocuidado após a alta do transplante. Conclui-se que as necessidades de autocuidado evidenciadas por este estudo reforçam a importância da sistematização do cuidado de enfermagem a fim de que as orientações no momento da alta representem efetiva contribuição à reabilitação dos pacientes.

            DOI:https://doi.org/10.15253/2175-6783.20120005000020

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            Publicado

            2012-10-23

            Edição

            Seção

            Artigos de Pesquisa

            Como Citar

            1.
            Castro EAB de, Andrade AM, Santos KB dos, Soares TC, Esterci LT. Autocuidado após o transplante de medula óssea autólogo no processo de cuidar pelo enfermeiro. Rev Rene [Internet]. 23º de outubro de 2012 [citado 14º de maio de 2026];13(5). Disponível em: https://periodicos.ufc.br/rene/article/view/4126