Título Padrão

Autores

  • Kelly Linhares Vasconcelos
  • Adriana Gomes da Ferreira
  • Eliany Nazaré Oliveira
  • Danielle D’avilla Siqueira
  • Patrícia Neyva da Costa Pinheiro

Palavras-chave:

Enfermagem, Maus-tratos Sexuais Infantis, Violência Doméstica

Resumo

No Brasil, as estatísticas da violência sexual contra crianças estão longe de espelhar a realidade atual, em face da subnotificação dos casos. Este estudo objetivou caracterizar a violência sexual sofrida por crianças assistidas pelo Programa Sentinela e o perfil do agressor em Sobral – Ceará, no período de 2002 a 2006. A amostra não probabilística intencional foi composta por 50 vítimas de abuso sexual e, destas, 66% são do sexo feminino, com predominância da faixa etária entre 8 e 12 anos incompletos, (58%); em 36% dos casos os pais são separados, e a mãe é a principal responsável pela família (62%). A maioria dos agressores é do sexo masculino (78%). No ambiente extrafamiliar estes são conhecidos ou amigos da família (14%); no ambiente intrafamiliar o padrasto está identificado como o agressor mais frequente (18%). Os dados salientam características similares à de outros estudos, definindo certa padronização deste tipo de violência.

DOI:https://doi.org/10.15253/2175-6783.2010000100004

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Publicado

2010-02-13

Edição

Seção

Artigos de Pesquisa

Como Citar

1.
Título Padrão. Rev Rene [Internet]. 13º de fevereiro de 2010 [citado 4º de fevereiro de 2026];11(1). Disponível em: https://periodicos.ufc.br/rene/article/view/4470