Dano ocupacional na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal: a percepção da enfermeira

Autores

  • Antonia do Carmo Soares Campos
    • Maria Alvani Dias Pedroza
      • Márcia Maria Coelho Oliveira

        Palavras-chave:

        Estresse, Enfermagem neonatal, Unidades de Terapia Intensiva Neonatal, Saúde do trabalhador.

        Resumo

        Trata-se de estudo quantitativo, exploratório e descritivo, com o objetivo de conhecer a percepção das enfermeiras quanto à influência do desempenho na assistência de enfermagem e no ambiente ocupacional. Teve como cenário a Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN), de uma maternidade escola, em Fortaleza-CE. Os dados foram coletados no período de agosto a setembro de 2004, por meio de um questionário semi-estruturado, aplicado a 24 enfermeiras atuantes. Verificamos que a maior concentração de enfermeiras (37,5%) está no intervalo de um a cinco anos de trabalho e que 19 (79%) delas possuem outro vínculo empregatício, submetidas a uma elevada carga horária. A superlotação, o estresse e o barulho são os incômodos existentes no local, desencadeando o excesso de atividades e cansaço físico. Concluímos que o estresse na unidade é o principal dano da prática laboral, cuja ocorrência freqüente, leva-nos a refletir sobre as conseqüências da saúde do profissional/cuidador e a necessidade de melhoria das condições de trabalho.

        DOI:https://doi.org/10.15253/2175-6783.2006000200004

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        Publicado

        2006-04-17

        Edição

        Seção

        Artigos de Pesquisa

        Como Citar

        1.
        Campos A do CS, Pedroza MAD, Oliveira MMC. Dano ocupacional na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal: a percepção da enfermeira. Rev Rene [Internet]. 17º de abril de 2006 [citado 13º de maio de 2026];7(2). Disponível em: https://periodicos.ufc.br/rene/article/view/5389