Capacidade funcional e qualidade de vida em mulheres idosas praticantes e não praticantes de hidroginástica

Autores

  • Daniel Vicentini de Oliveira Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) Centro Universitário Cesumar (Unicesumar)
  • José Roberto Andrade do Nascimento Júnior Universidade Federal do Vale do Sao Francisco (Univasf)
  • Maria do Carmo Correia de Lima Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)
  • Daniel Eduardo da Cunha Leme Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)
  • Mateus Dias Antunes Centro Universitário Cesumar (Unicesumar)
  • Sônia Maria Marques Gomes Bertolini Centro Universitário Cesumar (Unicesumar)

Palavras-chave:

Envelhecimento, Exercício, Geriatia, Promoção da Saúde.

Resumo

Objetivo: comparar a capacidade funcional e a qualidade de vida de mulheres idosas que praticam e que não praticam hidroginástica. Métodos: trata-se de um experimento simples natural, de uma amostra de 40 mulheres idosas praticantes de hidroginástica e 40 não praticantes. O protocolo do Grupo de Desenvolvimento LatinoAmericano foi utilizado para avaliar a capacidade funcional e o WHOQOL-Bref e o WHOQOL-Old para avaliar a qualidade de vida. Resultados: não houve diferenças na capacidade funcional ou qualidade de vida entre os grupos. Conclusão: conclui-se que não houve evidência suficiente para provar que mulheres idosas praticantes de hidroginástica têm capacidade funcional e qualidade de vida diferentes em comparação com aquelas que não praticam exercício físico.

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Publicado

2017-06-13

Edição

Seção

Artigos de Pesquisa

Como Citar

1.
Oliveira DV de, Nascimento Júnior JRA do, Lima M do CC de, Leme DE da C, Antunes MD, Bertolini SMMG. Capacidade funcional e qualidade de vida em mulheres idosas praticantes e não praticantes de hidroginástica. Rev Rene [Internet]. 13º de junho de 2017 [citado 26º de fevereiro de 2026];18(2):156-63. Disponível em: https://periodicos.ufc.br/rene/article/view/19236