Aleitamento materno de prematuros em hospital amigo da criança: da alta hospitalar ao domicílio

Autores

  • Ana Leticia Monteiro Gomes Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) / Escola de Enfermagem Anna Nery.
  • Talita Balaminut Universidade de São Paulo. São Paulo,SP, Brasil
  • Silvia Braña López Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira. Rio de Janeiro, RJ, Brasil.
  • Karla de Araújo do Espírito Santo Pontes Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira. Rio de Janeiro, RJ, Brasil.
  • Carmen Gracinda Silvan Scochi Universidade de São Paulo. São Paulo,SP, Brasil
  • Marialda Moreira Christoffel Universidade Federal do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro, RJ, Brasil.

Palavras-chave:

Aleitamento Materno, Recém-Nascido Prematuro, Prevalência, Enfermagem Neonatal.

Resumo

Objetivo: verificar a prevalência do aleitamento materno de recém-nascidos prematuros em unidades neonatais. Métodos: estudo exploratório, transversal, realizado em um Hospital Amigo da Criança com 21 prematuros e suas mães. Foi realizada uma entrevista e levantamento de prontuário utilizando-se um formulário para coleta de dados e estes foram analisados com uso de estatística descritiva. Resultados: o início da alimentação láctea foi em média com 61,7 horas e o início da amamentação foi em média com 17,2 dias de vida. Na alta hospitalar, 47,6% dos prematuros estavam em aleitamento materno; 47,6% em aleitamento materno exclusivo e 4,8% em aleitamento artificial. No domicílio, após sete a quinze dias da alta hospitalar não houve alterações nos padrões de alimentação. Conclusão:é necessário o fortalecimento de ações para promoção, proteção e apoio que incentivam a prática da amamentação.

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Publicado

2018-01-09

Edição

Seção

Artigos de Pesquisa

Como Citar

1.
Gomes ALM, Balaminut T, López SB, Pontes K de A do ES, Scochi CGS, Christoffel MM. Aleitamento materno de prematuros em hospital amigo da criança: da alta hospitalar ao domicílio. Rev Rene [Internet]. 9º de janeiro de 2018 [citado 25º de fevereiro de 2026];18(6):810-7. Disponível em: https://periodicos.ufc.br/rene/article/view/31098