Parcerias sexuais de pessoas vivendo com o Vírus da Imunodeficiência Humana

Autores

  • Layze Braz de Oliveira Universidade de São Paulo-USP. Escola de Enfermagem de Enfermagem de Ribeirão Preto-EERP
    Interesses conflitantes
    Eu Layze Braz de Oliveira declaro não possuir conflito de interesse
  • Matheus Costa Brandão Matos Universidade Federal do Piauí (UFPI)
    Interesses conflitantes
    Eu Layze Braz de Oliveira de claro que Matheus Costa Brandão Matos não possui conflito de interesse
  • Giselle Juliana de Jesus Universidade de São Paulo, Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto
    Interesses conflitantes
    Eu Layze Braz de Oliveira de claro que Giselle Juliana de Jesus não possui conflito de interesse
  • Renata Karina Reis Universidade de São Paulo, Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto-EERP
    Interesses conflitantes
    Eu Layze Braz de Oliveira de claro que . Renata Karina Reis não possui conflito de interesse
  • Elucir Gir Universidade de São Paulo, Escola de Enfermagem de Ribeirao Preto- EERP
    Interesses conflitantes
    Eu Layze Braz de Oliveira de claro que Elucir Gir não possui conflito de interesse
  • Telma Maria Evangelista de Araújo Universidade Federal do Piauí (UFPI)
    Interesses conflitantes
    Eu Layze Braz de Oliveira de claro que Telma Maria Evangelista de Araújo não possui conflito de interesse

Palavras-chave:

HIV, Síndrome de Imunodeficiência Adquirida, Assistência ao Paciente, Comportamento Sexual.

Resumo

Objetivo: caracterizar as parcerias sexuais estabelecidas por pessoas vivendo com o Vírus da Imunodeficiência Humana. Métodos: estudo epidemiológico realizado com 173 participantes em um serviço de assistência médica especializada no tratamento de pessoas com o Vírus da Imunodeficiência Humana. Os dados foram coletados por meio de entrevista individual com questionário específico para o estudo. Para análise dos dados foram utilizados os testes Qui-quadrado de Pearson. Resultados: a maioria dos participantes era do sexo masculino, adultos-jovens (54/30,9%), solteiros (94/53,7%), com ensino médio completo (72/41,1%) e infectados por relação sexual (150/85,7%). As variáveis sexo (p<0,001), estado civil (p<0,001), morar com parceiro (p<0,001), forma de exposição (p=0,040) e sorologia do parceiro (p<0,001) mostraram diferença estatística. Conclusão: as pessoas vivendo com essa infecção estabelecem diferentes formas de parcerias sexuais, as quais foram influenciadas pelo sexo, estado civil, morar com o parceiro, forma de exposição e sorologia do parceiro.

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Biografia do Autor

  • Layze Braz de Oliveira, Universidade de São Paulo-USP. Escola de Enfermagem de Enfermagem de Ribeirão Preto-EERP
    Enfermeira, mestranda pela Universidade de São Paulo-USP. Escola de Enfermagem de Enfermagem de Ribeirão Preto-EERP
  • Matheus Costa Brandão Matos, Universidade Federal do Piauí (UFPI)
    Graduando em Enfermagem. Universidade Federal do Piauí (UFPI)
  • Giselle Juliana de Jesus, Universidade de São Paulo, Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto
    Enfermeira. Mestranda, Universidade de São Paulo, Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, Programa de Pós-Graduação em Enfermagem Fundamental. Ribeirão Preto-SP
  • Renata Karina Reis, Universidade de São Paulo, Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto-EERP
    Enfermeira. Mestranda, Universidade de São Paulo, Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, Programa de Pós-Graduação em Enfermagem Fundamental. Ribeirão Preto-SP
  • Elucir Gir, Universidade de São Paulo, Escola de Enfermagem de Ribeirao Preto- EERP
    Enfermeira. Doutora em Enfermagem. Universidade de Sao Paulo, Escola de Enfermagem de Ribeirao Preto
  • Telma Maria Evangelista de Araújo, Universidade Federal do Piauí (UFPI)
    Enfermeira, Doutora em Enfermagem. Universidade Federal do Piauí (UFPI)

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Publicado

2018-01-09

Edição

Seção

Artigos de Pesquisa

Como Citar

1.
Oliveira LB de, Matos MCB, Jesus GJ de, Reis RK, Gir E, Araújo TME de. Parcerias sexuais de pessoas vivendo com o Vírus da Imunodeficiência Humana. Rev Rene [Internet]. 9º de janeiro de 2018 [citado 25º de fevereiro de 2026];18(6):825-31. Disponível em: https://periodicos.ufc.br/rene/article/view/31102