Superação da dormência de sementes de catanduva (Piptadenia moniliformis Benth.)

Autores

  • Clarisse Benedito Universidade Federal Rural do Semi-Árido
    • Salvador Torres Universidade Federal Rural do Semi-Árido
      • Maria Ribeiro Universidade Federal Rural do Semi-Árido
        • Tenessee Nunes Universidade Federal Rural do Semi-Árido

          Palavras-chave:

          Propagation. Germination. Scarification.

          Resumo

          O experimento foi conduzido no Laboratório de Análise de Sementes do Departamento de Ciências Vegetais da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA), visando determinar o método mais eficiente para superar a dormência de sementes de catanduva (Piptadenia moniliformis Benth). Foram utilizadas sementes colhidas de árvores no município de Mossoró-RN. O experimento constou dos tratamentos de imersão em água quente (100 ºC) nos tempos 5; 10; 15 e 20 minutos; imersão em ácido sulfúrico nos tempos 5; 10; 15 e 20 minutos; escarificação mecânica com lixa d’água e testemunha. Com as sementes, de cada tratamento, colocadas para germinar à temperatura de 20-30 ºC em substrato areia lavada e esterilizada. Ao final de vinte dias, determinaram-se as porcentagens de germinação, de plântulas anormais, de sementes duras, de sementes mortas, índice de velocidade de emergência. Utilizou-se o delineamento experimental inteiramente casualizado com quatro repetições de 50 sementes. O ácido sulfúrico (95%) e a água quente (100 ºC) por 10 a 15 minutos foram os tratamentos pré-germinativos mais indicados para superação de dormência em sementes de catanduva.

          Downloads

          Os dados de download ainda não estão disponíveis.

          Downloads

          Publicado

          2008-11-12

          Edição

          Seção

          Fitotecnia

          Como Citar

          BENEDITO, Clarisse; TORRES, Salvador; RIBEIRO, Maria; NUNES, Tenessee. Superação da dormência de sementes de catanduva (Piptadenia moniliformis Benth.). Revista Ciência Agronômica, [S. l.], v. 39, n. 1, 2008. Disponível em: https://periodicos.ufc.br/revistacienciaagronomica/article/view/83765. Acesso em: 6 jul. 2026.