Produção do algodoeiro em função da salinidade e tratamento de sementes com regulador de crescimento

Autores

  • Francisco Oliveira Universidade Federal Rural do Semi-Árido
  • José Medeiros Universidade Federal Rural do Semi-Árido
  • Francisco Oliveira Universidade Federal do Ceará
  • Alcione Freire Universidade Federal do Ceará
  • Leonardo Soares Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz

Palavras-chave:

Gossypium hirsutum L., Estresse salino, Cloreto de mepiquat

Resumo

Este trabalho foi realizado com o objetivo de avaliar o efeito de diferentes níveis de salinidade da água de irrigação e sementes tratadas com regulador de crescimento na produção do algodoeiro. O delineamento experimental adotado foi inteiramente ao acaso, arranjados em esquema fatorial 5 x 2 com quatro repetições. Os tratamentos resultaram da combinação de cinco níveis de condutividade elétrica da água de irrigação (S1-0,5; S2-2,0; S3-3,5; S4-5,0 e S5-6,5 dS m-1) em sementes tratadas e não tratadas com regulador de crescimento. As variáveis avaliadas foram: produção de algodão em caroço, produção de sementes e de fibra, peso de 100 sementes e porcentagem de fibra. Não houve interação entre os níveis de salinidades e as sementes tratadas com regulador de crescimento. Os parâmetros produtivos do algodoeiro são reduzidos com uso de água de salinidade a partir de 3,5 dS m-1, independente das sementes serem tratadas com regulador de crescimento. As características agronômicas: peso de 100 sementes, porcentagem de fibra e produção de algodão em caroço não são influenciadas pelo cloreto de mepiquat. O tratamento das sementes com regulador de crescimento não afeta o efeito adverso da salinidade.

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Publicado

2011-12-07

Edição

Seção

Fitotecnia

Como Citar

OLIVEIRA, Francisco; MEDEIROS, José; OLIVEIRA, Francisco; FREIRE, Alcione; SOARES, Leonardo. Produção do algodoeiro em função da salinidade e tratamento de sementes com regulador de crescimento. Revista Ciência Agronômica, [S. l.], v. 43, n. 2, 2011. Disponível em: https://periodicos.ufc.br/revistacienciaagronomica/article/view/84241. Acesso em: 5 mar. 2026.