Sensibilidade do algodoeiro ao cloreto de mepiquat em condições salinas

Autores

  • Francisco Oliveira Universidade Federal Rural do Semi-Árido
    • José Medeiros Universidade Federal Rural do Semi-Árido
      • Francisco Oliveira Universidade Federal do Ceará
        • Mychelle Oliveira Universidade Federal Rural do Semi-Árido
          • Alcione Freire Universidade Federal do Ceará

            Palavras-chave:

            Algodão, Plantas-efeito do sal, Plantas-desenvolvimento

            Resumo

            Este trabalho foi realizado com o objetivo de avaliar o efeito de diferentes níveis de salinidade da água de irrigação e tratamento de sementes com regulador vegetal no desenvolvimento do algodoeiro. O delineamento experimental adotado foi inteiramente ao acaso, arranjados em esquema fatorial 5 x 2 com quatro repetições. Os tratamentos resultaram da combinação de cinco níveis de salinidade da água de irrigação (S1-0,5; S2-2,0; S3-3,5; S4-5,0 e 6,5 dS m-1) em sementes tratadas e não tratadas com regulador vegetal. As características avaliadas foram: número de folhas, área foliar, altura, massa seca do caule, das folhas e da parte vegetativa, área foliar específica e razão de área foliar. Houve interação entre salinidade e tratamentos de sementes com cloreto de mepiquat apenas para área foliar e razão de área foliar. Todas as demais características foram reduzidas com o aumento da salinidade da água de irrigação, com maiores reduções para área foliar (média de 65,8%) e massa seca da parte vegetativa (64%). O tratamento das sementes com cloreto de mepiquat afetou o desenvolvimento das plantas, independente da salinidade.

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            Publicado

            2012-03-23

            Edição

            Seção

            Fitotecnia

            Como Citar

            OLIVEIRA, Francisco; MEDEIROS, José; OLIVEIRA, Francisco; OLIVEIRA, Mychelle; FREIRE, Alcione. Sensibilidade do algodoeiro ao cloreto de mepiquat em condições salinas. Revista Ciência Agronômica, [S. l.], v. 43, n. 3, 2012. Disponível em: https://periodicos.ufc.br/revistacienciaagronomica/article/view/84266. Acesso em: 25 maio. 2026.