Estado nutricional do crisântemo de vaso em função da condutividade elétrica e lixiviação de sais

Autores

  • Márkilla Beckmann-Cavalcante Universidade Federal do Vale do São Francisco
  • Kathia Pivetta Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita"
  • Ítalo Cavalcante Universidade Federal do Vale do São Francisco
  • Lourival Cavalcante Universidade Federal da Paraíba
  • José Silva Júnior Universidade Federal do Piauí

Palavras-chave:

Dendranthema grandiflora Tzvelev, Substrato, Nutrição de plantas

Resumo

A qualidade das plantas ornamentais cultivadas em vaso é altamente dependente da adubação e do manejo do substrato. Nesse sentido, realizou-se um experimento em ambiente protegido para avaliar o estado nutricional do crisântemo cv. Miramar cultivado em vaso em função da condutividade elétrica da solução nutritiva e lixiviação de sais. O delineamento experimental foi em blocos casualizados, em quatro repetições, com os tratamentos distribuídos em esquema fatorial 5 x 2, referentes aos níveis de condutividade elétrica da solução nutritiva (CEs = 2,1; 2,8; 3,5; 4,2 e 4,9 dS m-1) em substrato sem (SSL) e com (SCL) lavagem para lixiviação dos sais. O estado nutricional das plantas foi avaliado pela análise foliar de macro (N, P, K, Ca, Mg e S) e micronutrientes (Cu, Fe, Mn e Zn). O aumento da CEs inibiu o acúmulo de micronutrientes e de nitrogênio, mas estimulou os teores de P, K, Ca, Mg e S na massa seca foliar do crisântemo. A lixiviação dos sais promoveu maior acúmulo foliar de Cu, Fe e Mn nas plantas. Dentre os macronutrientes, exceção feita ao cálcio e enxofre, não ocorreu diferença significativa para N, P, K e Mg quanto à lixiviação de sais.

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Publicado

2013-09-03

Edição

Seção

Fitotecnia

Como Citar

BECKMANN-CAVALCANTE, Márkilla; PIVETTA, Kathia; CAVALCANTE, Ítalo; CAVALCANTE, Lourival; SILVA JÚNIOR, José. Estado nutricional do crisântemo de vaso em função da condutividade elétrica e lixiviação de sais. Revista Ciência Agronômica, [S. l.], v. 44, n. 4, 2013. Disponível em: https://periodicos.ufc.br/revistacienciaagronomica/article/view/84402. Acesso em: 5 mar. 2026.