Rooting response in contrasting genotypes of Coffea canephora using IBA

Autores

Palavras-chave:

Rizogênese Adventícia, Ácido Indol Butírico, Qualidade de Mudas, Propagação

Resumo

O ácido indol butírico (AIB) é uma forma de auxina amplamente difundida na propagação assexuada de plantas por otimizar a resposta de enraizamento e, em um cenário de mudanças climáticas onde o estresse térmico e hídrico são iminentes, o uso da tecnologia mostra-se uma oportunidade para estimular a expressão de características morfológicas das raízes, que podem auxiliar no estresse. Portanto, este estudo tem como objetivo identificar as características discrepantes entre dois genótipos, contrastando a seca de C. canephora, e avaliar os efeitos da aplicação de AIB sobre essas características para produção de mudas por estaquia. Assim, foi instalado um experimento em delineamento de blocos casualizados, esquema fatorial 2 x 2; o primeiro fator constou dos genótipos (LB1 e 02) e o segundo, aplicação do AIB. Após 120 dias, as mudas foram avaliadas quanto às características morfológicas e anatômicas, e os dados foram submetidos à análise de variância, teste de Tukey a 5% de probabilidade, correlação e análise de componentes principais, utilizando o software R Studio. Não houve interação entre AIB e genótipo para a parte aérea das plântulas. Porém, para as demais características, houve influência do genótipo, onde 02 apresentou aumento na matéria seca, alterações nas dimensões das estruturas anatômicas e alterações na arquitetura radicular, através do aumento na área superficial e comprimento das raízes finas enquanto LB1 apresentaram ganhos apenas nos atributos raiz. Consequentemente, a utilização do AIB mostra-se um recurso estratégico na expressão de características no enraizamento do genótipo 02, trazendo melhorias na qualidade das mudas.

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Biografia do Autor

  • Valéria Pancieri Sallin, EBTT de Agronomia - IF Baiano

    Graduada em Agronomia pelo IFES campus Itapina (2019), onde foi bolsista de iniciação cientifica do CNPq entre 2017-2019, na área de agrometeorologia e fisiologia vegetal. Mestra em Agricultura Tropical pela UFES/Ceunes (2022), na linha pesquisa de produção vegetal, onde pode adquirir experiências nos estudos fisiológicos do café conilon, pimenta do reino e abacaxi, junto ao Laboratório de Fisiologia Vegetal e Pòs-colheira do INCAPER. Atualmente é doutoranda em Biologia vegetal na Univesidade Federal do Espírito Santo e docente do ensino básico, técnico e tecnológico do IF Baiano - campus Teixeira de Freitas, atuando nos temas relacionados a fisiologia vegetal, química e fertilidade do solo e bioestimulantes na agricultura, enfatizando o estudo da fotossíntese, estrutura-função dos órgãos das plantas, análise de crescimento e análise de dados.

  • Antelmo Ralph Falqueto, Universidade Federal do Espírito Santo - Ceunes

    Possui graduação em Ciências Biológicas pela Universidade Federal do Espírito Santo (2001), mestrado em Biologia Vegetal pela Universidade Federal do Espírito Santo (2005) e doutorado em Fisiologia Vegetal pela Universidade Federal de Pelotas (2008). Atualmente é professor associado da Universidade Federal do Espírito Santo, campus São Mateus. Orienta mestrado e Doutorado nos Programas de Pós-Graduação em Biologia Vegetal e Agricultura Tropical. Tem experiência na área de Botânica, com ênfase em Fisiologia Vegetal, atuando principalmente na avaliação de estresse biótico e abiótico em plantas.

  • Jean Marcel Sousa Lira, Universidade Federal de Alfenas

    Jean Marcel Sousa Lira Engenheiro Florestal pela Universidade Federal de Sergipe (2009), mestre em Agronomia/Fisiologia Vegetal pela Universidade Federal de Lavras (2012) e doutor em Agronomia/Fisiologia Vegetal pela Universidade Federal de Lavras (2015). Pesquisador pós-Doc pela Universidade Federal de Lavras (2015-2016), pesquisador pós-doc pela Universidade Federal de Alfenas (2016-2019), pesquisador pós-doc pela Universidade Federal de Itajubá (2019-2020), professor substituto da Universidade Federal de Alfenas (2020-2022) e atualmente professor da Universidade Federal de Viçosa. Trabalho com Fisiologia Vegetal com ênfase em Ecofisiologia nos temas de estresse abióticos, trocas gasosas, plasticidade fenotípica, gradientes abióticos, estrutura-função dos órgãos das plantas, análise de crescimento, análise de dados, mudanças climáticas, recursos florestais, gestão de qualidade, gestão de projetos, certificação de qualidade, certificação de energia e certificação ambiental.

  • Edilson Romais Schimildt, Universidade Federal do Espírito Santo - Ceunes

    Professor Titular na UFES desde 2016. Possui graduação em Agronomia pela UFES (1989), aperfeiçoamento em Cultura de Tecidos Vegetais (1991), mestrado em Fitotecnia (1993) e doutorado em Genética e Melhoramento pela UFV (2000). Entre 2013 e 2014 realizou atividades de Pós-Doutoramento, passando pela UFV e Universidad de Almería, na Espanha. O despertamento para o ensino e a pesquisa se deu durante a graduação onde foi monitor, por três semestres, das disciplinas da área de Estatística do curso de Agronomia (Estatística Básica, Métodos Estatísticos, Técnicas Experimentais), sendo também no mesmo período, bolsista de Iniciação Científica do CNPq, com experimentos desenvolvidos a campo, ocasião em que pode demonstrar nos experimentos, de forma prática, conteúdo das disciplinas da monitoria. Ingressou como professor em 1993, na UFES, no Centro de Ciências Agrárias (CCA/UFES) após concurso público na área de Biotecnologia. No CCA permaneceu até junho de 2006, período o qual ministrou diversas disciplinas para alunos de graduação nos cursos de Agronomia, Engenharia Florestal, Zootecnia e Medicina Veterinária. No CCA participou também ativamente de diversas atividades administrativas e, preparou e encaminhou à CAPES, em 2002, a primeira proposta do curso de Pós-Graduação Stricto Sensu em Produção Vegetal da UFES (PPGPV/UFES), cujo curso iniciou em 2004. Por ocasião da expansão da UFES para o norte do estado do Espírito Santo, foi autor do Projeto Pedagógico do curso de Agronomia que iniciou suas atividades em julho de 2006 na cidade de São Mateus, no Centro Universitário Norte do Espírito Santo (CEUNES/UFES), onde atua, a partir de então. Sua experiência na Pós-Graduação está marcada pela participação, na docência e/ou orientação, nos programas de Pós-Graduação em Agricultura Tropical (PPGAT/UFES), em Genética e Melhoramento (PPGGM/UFES), em Ciências Florestais (PPGCF/UFES) e no PPGPV/UFES. Também participou na coordenação do PPGAT/UFES de 2010 até 2014 e em bancas de defesa em PPG na UFLA, UENF, UVF e UNEMAT, em cujas instituições mantém parcerias científicas. Possui parceria também com a Caliman Agrícola S.A., com o qual desenvolve pesquisas com a cultura do mamoeiro. Em âmbito internacional, suas parcerias, desde 2014, são na Espanha, com a Fundación Cajamar e a Universidad de Almería, cujas pesquisas são voltadas principalmente para o melhoramento de plantas para o cultivo protegido. Desde 2010 ministra disciplinas voltadas à Experimentação e ao Melhoramento de Plantas, cujos conteúdos são também as ênfases da maioria de suas orientações acadêmicas e trabalhos científicos publicados. Na sequência de seu currículo podem ser conferidas a sua participação na pesquisa na qual se destaca a orientação de mais de 100 alunos, publicação de mais de 150 artigos científicos em periódicos indexados, projetos financiados, e, quase 100 vezes como membro ou presidente de comissões julgadoras e de trabalhos de conclusão. Atuou como coordenador do curso de Agronomia no CEUNES/UFES de 2019 à 2021.

  • Lúcio de Oliveira Arantes, Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural

    Possui graduação em Engenharia Agronômica pela Universidade Federal de Lavras (2007). Mestre em Genética e Melhoramento de Plantas pela Universidade Federal de Lavras (2009), com ênfase no melhoramento de espécies cultivadas e genética quantitativa. Atualmente é pesquisador do Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (INCAPER), onde atua na área de Genética e Melhoramento de Plantas, com ênfase nas seguintes culturas: pimenta-do-reino, café, abacaxi, feijoeiro e pupunheira.

  • Sara Dousseau Arantes, Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural

    Engenheira Agrônoma com Mestrado e Doutorado em Agronomia/Fisiologia Vegetal, na área de Fisiologia do Crescimento e Desenvolvimento de plantas, pela Universidade Federal de Lavras. Atua como pesquisadora no INCAPER desde 2013, onde coordena o Laboratório de Fisiologia Vegetal e Pós-colheita. Desenvolve atividades de docência, no período noturno, no curso de Agronomia do Centro Universitário FAESA/Polo de Sooretama, lecionando as disciplinas de Fisiologia Vegetal, Produção e Tecnologia de Sementes, Português Instrumental, Metodologia de Pesquisa e Projetos TCC. Atua como Professora e Orientadora no Mestrado em Ciência, Tecnologia e Educação da Faculdade Vale do Cricaré e nos Programas de Pós-Graduação em Agricultura Tropical do Centro Universitário Norte do Espírito Santo e Biologia Vegetal do campus Goiabeiras, da Universidade Federal do Espírito Santo, lecionando as disciplinas de Ecofisiologia Vegetal, Propagação de Plantas e Seminário. Desenvolve trabalhos em linhas de pesquisa na Fisiologia de Crescimento e Desenvolvimento de Plantas e Ecofisiologia, onde busca compreender os mecanismos de respostas das plantas aos estresses ambientais e os fatores que induzem o desenvolvimento vegetativo e reprodutivo, visando desenvolver estratégias de manejo para aumento da tolerância aos aos estresses ambientais e da produtividade e qualidade, com as culturas do abacaxizeiro, mamoeiro, cacaueiro, pimenteira-do-reino e cafeeiro. É bolsista BPC - Bolsa Pesquisador Capixaba da FAPES desde agosto de 2023.

Referências

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Publicado

2026-05-11

Declaração de Disponibilidade de Dados

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Edição

Seção

Fitotecnia

Como Citar

PANCIERI SALLIN, Valéria; RALPH FALQUETO, Antelmo; MARCEL SOUSA LIRA, Jean; ROMAIS SCHIMILDT, Edilson; DE OLIVEIRA ARANTES, Lúcio; DOUSSEAU ARANTES, Sara. Rooting response in contrasting genotypes of Coffea canephora using IBA. Revista Ciência Agronômica, [S. l.], v. 57, p. 1–11, 2026. Disponível em: https://periodicos.ufc.br/revistacienciaagronomica/article/view/92846. Acesso em: 15 maio. 2026.