Sobre o conhecimento do que algo é

Autores

  • André Joffily Abath
    • Eduarda Calado Barbosa

      DOI:

      https://doi.org/10.36517/arf.v2i3.18942

      Palavras-chave:

      Conhecimento. Epistemologia. Contextualismo.

      Resumo

      Atribuições de conhecimento com a forma “S sabe o que X é” são comuns em nosso discurso cotidiano. Apesar disso, o conhecimento do que algo é foi, até o momento, esquecido pela literatura em epistemologia. Nosso propósito, neste artigo, é começar a remediar tal esquecimento. Defenderemos uma teoria contextualista acerca do conhecimento do que algo é, caracterizada por duas teses. De acordo com a primeira delas, os requerimentos para que um sujeito saiba o que algo é podem variar de acordo com o contexto em que tal conhecimento é atribuído, em uma escala com graus de exigência. De acordo com a segunda tese, o termo “saber”, quando ocorre em expressões da forma “S sabe o que X é”, é sensível ao contexto, sendo, ao menos em parte, semanticamente constituído por requerimentos que podem variar de acordo com o contexto de atribuição, em uma escala com graus de exigência.

      Biografia do Autor

      • André Joffily Abath
        Doutor em Filosofia e Pesquisador da Universidade Federal da Paraíba (UFPB)
      • Eduarda Calado Barbosa
        Mestranda em Filosofia pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB)

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      Publicado

      2010-01-01

      Edição

      Seção

      Conhecimento e Linguagem

      Como Citar

      Abath, A. J., & Barbosa, E. C. (2010). Sobre o conhecimento do que algo é. Argumentos - Revista De Filosofia, 2(3). https://doi.org/10.36517/arf.v2i3.18942