Thinking about Trust? The primacy of the affective attitude

Autores

  • Rodrigo Jungmann de Castro Doutor em Filosofia e Professor da Universidade Federal de Sergipe

    DOI:

    https://doi.org/10.36517/arf.v3i6.19156

    Palavras-chave:

    Afetos. Confiança. Confiabilidade.

    Resumo

    Algumas recentes abordagens filosóficas da confiança – dentre as quais se destaca a de Russell Hardin – vêem na confiança uma propensão de base cognitiva fundada em crenças racionais quanto à extensão em que estamos convencidos de que nossos interesses são contemplados pelos interesses daqueles com quem interagimos. Neste artigo, apresentamos as vantagens de uma visão rival, a saber a de que a confiança é primariamente uma atitude afetiva. Sustentamos que a mencionada abordagem lida melhor com a evidência disponível nos planos formativos, fenomenológicos e comportamentais. Além disso, sustentamos que as manifestações mais intelectuais do ato de confiar podem ser vistas como dependentes e derivadas de sua dimensão afetiva.

    Referências

    BAIER, Annette. Trust and Anti-trust. Ethics, v. 96, 1986, pp. 231-60.

    HARDIN, Russell. Trust and Trustworthiness. Russell Sage Foundation Publications: Ithaca, 2004.

    PETTIT, Philip. The Cunning of Trust. Philosophy and Public Affairs, v. 24, 1995, pp. 202-225.

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    Publicado

    2011-07-01

    Edição

    Seção

    Artigos

    Como Citar

    de Castro, R. J. (2011). Thinking about Trust? The primacy of the affective attitude. Argumentos - Revista De Filosofia, 3(6). https://doi.org/10.36517/arf.v3i6.19156