Jean-Jacques Rousseau: ciência, progresso e corrupção moral

Autores

  • Arlei de Espíndola Professor da Graduação e do Programa de Mestrado em Filosofia da Universidade Estadual de Londrina/PR. Mestre e Doutor em Filosofia pela UNICAMP/SP

    DOI:

    https://doi.org/10.36517/arf.v4i8.19199

    Palavras-chave:

    Conhecimento humano. Virtude. Transparência. Liberdade. Igualdade.

    Resumo

    O artigo procura mostrar o nexo que Rousseau estabelece entre o plano do conhecimento e o âmbito moral, político, e econômico. A cada progresso no âmbito do saber a especulação do filósofo aponta para o robustecimento de diferentes males nas esferas indicadas. Desenvolvendo esse diagnóstico, e posicionando-se negativamente em relação ao questionamento apresentado pelos acadêmicos de Dijon em 1749, o filósofo genebrino não pretende se tornar um inimigo absoluto das luzes. A intenção que ele conserva, além de salientar aquele nexo, é a de defender valores como, por exemplo, a virtude, o civismo, a simplicidade de costumes, a sinceridade, a liberdade, e a igualdade.

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    Publicado

    2012-07-01

    Edição

    Seção

    Artigos

    Como Citar

    Espíndola, A. de. (2012). Jean-Jacques Rousseau: ciência, progresso e corrupção moral. Argumentos - Revista De Filosofia, 4(8). https://doi.org/10.36517/arf.v4i8.19199