Pessimismo e optimismo em Jean-Jacques Rousseau

Autores

  • Custódia A. A. Martins Universidade do Minho, Departamento de Teoria da Educação e Educação Artística e Física, Braga, Portugal.

    DOI:

    https://doi.org/10.36517/arf.v4i8.19206

    Palavras-chave:

    Otimismo vigilante. Comunidade. Educação. Artificialidade. Natureza humana.

    Resumo

    A Lettre de J. J. Rousseau a M. de Voltaire de 1756, surge na sequência da leitura de Poèmes sur le désastre de Lisbonne, et sur la loi naturelle. Rousseau considera este um texto pessimista, decidindo responder-lhe com uma contrária tese otimista. Mas qual a natureza do otimismo rousseauniano? Propomos explorar o modo como Rousseau irá utilizar essa dicotomia entre otimismo pessimismo para articular certos aspetos do seu pensamento filosófico e político. Rousseau revelar-se á como um otimista vigilante. O poema de Voltaire serviu de pretexto para que Rousseau apresentasse uma preocupação transversal a todo o seu pensamento, a de um acesso ao verdadeiro conhecimento da natureza do Homem.

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    Publicado

    2012-07-01

    Edição

    Seção

    Artigos

    Como Citar

    Martins, C. A. A. (2012). Pessimismo e optimismo em Jean-Jacques Rousseau. Argumentos - Revista De Filosofia, 4(8). https://doi.org/10.36517/arf.v4i8.19206