Eu puro e empatia segundo Edith Stein

Autores

  • Joel Gracioso
    • Maria Cecilia Isatto Parise

      DOI:

      https://doi.org/10.36517/arf.v9i18.31028

      Palavras-chave:

      Edith Stein. Edmund Husserl. Eu puro. Empatia.

      Resumo

      Na investigação da vivência sui generis da empatia Edith Stein utiliza o conceito do Eu puro com um triplo propósito: (1) Demonstrar que a análise dessa vivência se dá no campo da investigação pura, que sempre se reporta aos dois polos da consciência: subjetivo (noesis) e objetivo (noema); (2) Diferenciar a abordagem fenomenológica do ato empático de outras abordagens feitas no campo empírico (abordagem genética, psicológica, moral, ética etc.); (3) Destacar que apesar de a capacidade de apreender a vivência alheia ser constitutiva do sujeito, o Eu sempre reconhece o fluxo que pertence à sua ipseidade e o diferencia por meio da alteridade.

      Downloads

      Publicado

      2018-01-02

      Edição

      Seção

      Dossiê Edith Stein

      Como Citar

      Gracioso, J., & Parise, M. C. I. (2018). Eu puro e empatia segundo Edith Stein. Argumentos - Revista De Filosofia, 9(18). https://doi.org/10.36517/arf.v9i18.31028