Eu puro e empatia segundo Edith Stein

Joel Gracioso, Maria Cecilia Isatto Parise

Resumo


Na investigação da vivência sui generis da empatia Edith Stein utiliza o conceito do Eu puro com um triplo propósito: (1) Demonstrar que a análise dessa vivência se dá no campo da investigação pura, que sempre se reporta aos dois polos da consci- ência: subjetivo (noesis) e objetivo (noema); (2) Diferenciar a abordagem fenomeno- lógica do ato empático de outras abordagens feitas no campo empírico (abordagem genética, psicológica, moral, ética etc.); (3) Destacar que apesar de a capacidade de apreender a vivência alheia ser constitutiva do sujeito, o Eu sempre reconhece o fluxo que pertence à sua ipseidade e o diferencia por meio da alteridade.

Palavras-chave: Edith Stein. Edmund Husserl. Eu puro. Empatia. 


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ARGUMENTOS - Revista de Filosofia

© 2015 Programa de Pós-Graduação em Filosofia-UFC/ICA
ISSN (online):1984-4255 | ISSN (Impresso):1984-4247