Análise de óbitos por síndrome da imunodeficiência adquirida

Katia Barbosa Franco, Gilmara Holanda da Cunha, Maria Amanda Correia Lima, Dalila Augusto Peres, Marli Teresinha Gimeniz Galvão, Reângela Cintia Rodrigues de Oliveira Lima

Resumo


Objetivo: analisar o perfil dos óbitos de pessoas com síndrome da imunodeficiência adquirida. Métodos: estudo transversal, realizado com 106 prontuários de pessoas que foram a óbito em unidade de terapia intensiva, obtendo-se variáveis sociodemográficas e clínicas. Análise realizada através do teste qui-quadrado de Pearson, teste de Fisher e teste de Mann-Whitney. Resultados: maior parte dos pacientes era do sexo masculino (80,2%), na faixa etária de 18 a 39 anos, média de idade de 39,7 anos, 81,6% de cor parda, 60,4% solteiros e 62,5% desempregados. A proporção de pacientes desempregados (p=0,002) e que não faziam uso de terapia antirretroviral (p<0,001) foram os que menos realizavam acompanhamento regular de saúde. Conclusão: a maioria dos pacientes do estudo não realizava acompanhamento regular de saúde e não utilizava terapia antirretroviral.

Palavras-chave


Síndrome de Imunodeficiência Adquirida; Morte; Promoção da Saúde.

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DOI: http://dx.doi.org/10.15253/rev%20rene.v18i4.20282

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