AVALIAÇÃO DA VARIAÇÃO TER/HAVER EXISTENCIAIS E DA CONCORDÂNCIA VERBAL COM HAVER EXISTENCIAL NA LÍNGUA ESCRITA

Autores

  • Elyne Giselle de Santana Lima Aguiar Vitório

DOI:

https://doi.org/10.36517/revletras.40.1.2

Resumo

Com o objetivo de analisarmos se há significados sociais positivos, negativos ou neutros associados ao uso dos verbos ter e haver em contextos existenciais na língua escrita, mensuramos as normas subjetivas de estudantes universitários do sertão alagoano em relação à variação ter e haver em sentenças existenciais e à variação na concordância verbal com haver existencial na escrita. Para tanto, recorremos à Teoria da Variação Linguística (LABOV, 2008 [1972]) e adotamos uma abordagem direta (FASOLD, 1996; MORENO FERNÁNDEZ, 1998), considerando sete parâmetros de julgamento social: formal, conservador, sofisticado, bonito, escrever bem, ler muito e nível de estudo. Os dados mostram uma avaliação mais neutra para o uso do verbo ter, mas uma avaliação mais positiva para a pluralização do verbo haver existencial. O uso do verbo ter é mais associado à escolarização mais baixa, não ser formal e não ser conservador, ao passo que a pluralização de haver é mais avaliada como formal, sofisticada e associada ao nível mais alto de estudo.

Palavras-chave: Variação linguística. Avaliação linguística. Sentenças existenciais.

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Publicado

2021-07-17

Como Citar

VITÓRIO, Elyne Giselle de Santana Lima Aguiar. AVALIAÇÃO DA VARIAÇÃO TER/HAVER EXISTENCIAIS E DA CONCORDÂNCIA VERBAL COM HAVER EXISTENCIAL NA LÍNGUA ESCRITA. Revista de Letras, [S. l.], v. 1, n. 40, 2021. DOI: 10.36517/revletras.40.1.2. Disponível em: http://periodicos.ufc.br/revletras/article/view/71449. Acesso em: 24 jul. 2024.