Arendt e Kant: banalidade do mal e mal radical

Autores

  • Adriano Correia

    DOI:

    https://doi.org/10.36517/arf.v5i9.19002

    Palavras-chave:

    Mal radical. Banalidade do mal. Totalitarismo.

    Resumo

    Em Origens do totalitarismo Hannah Arendt emprega o termo mal radical, compreendido como mal absoluto, para se referir à fabricação da superfluidade nos campos de extermínio. Em Eichmann em Jerusalém ela emprega a expressão banalidade do mal para se referir à conduta de indivíduos como Adolf K. Eichmann, que em sua superficialidade teriam testemunhado um descompasso inédito entre a estatura do malfeitor e das transgressões cometidas. Pretendo examinar nesse texto o uso dessas expressões por Arendt, notadamente a partir de suas referências à reflexão kantiana sobre o mal radical.

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    Publicado

    2013-01-01

    Edição

    Seção

    Dossiê Hannah Arendt

    Como Citar

    Correia, A. (2013). Arendt e Kant: banalidade do mal e mal radical. Argumentos - Revista De Filosofia, 5(9). https://doi.org/10.36517/arf.v5i9.19002