Natureza e política: Pierre Aubenque e Fred Miller sobre Aristóteles

Autores

  • Odílio Alves Aguiar

    DOI:

    https://doi.org/10.36517/arf.v6i11.19051

    Palavras-chave:

    Natureza. Contingência. Causa. Democracia. Direitos.

    Resumo

    O artigo problematiza o conceito de natureza, em Aristóteles, a partir das interpretações propostas por Pierre Aubenque e Fred Miller, especialmente, nas obras O conceito de prudência em Aristóteles (1963) e Nature, Justice, and Rights in Aristotle’s Politics (1995). O primeiro intérprete apresenta um conceito de natureza (Phúsis) perpassado por uma “Ontologia da Contingência” e o segundo, perscruta as potências causais da natureza. Da interpretação de P. Aubenque, temos, como implicação, a defesa de um Aristóteles partisan da democracia: sistema de governo enraizado nas práticas deliberativas. Já F. Miller propõe um entendimento de Aristóteles como precursor das modernas teorias dos direitos (Rights).

    Biografia do Autor

    • Odílio Alves Aguiar
      Doutor e Professor de Filosofia – ICA/UFC.

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    Publicado

    2014-08-13

    Edição

    Seção

    Varia

    Como Citar

    Aguiar, O. A. (2014). Natureza e política: Pierre Aubenque e Fred Miller sobre Aristóteles. Argumentos - Revista De Filosofia, 6(11). https://doi.org/10.36517/arf.v6i11.19051