Mania e epithymia em Platão: um estudo do Fedro e Banquete

Autores

  • Adail Pereira Carvalho Junior Universidade Estadual do Piauí

    DOI:

    https://doi.org/10.36517/arf.v6i12.19070

    Palavras-chave:

    Eros. Mania. Epithymia. Platão.

    Resumo

    Platão, no diálogo Fedro, apresenta Eros no papel de uma força irracional que possui ligação com a manía (delírio), cujas diversas formas, de acordo com o segundo discurso de Socrátes, não são todas negativas. No Banquete, Eros assume, de forma particular, uma dimensão constitutiva como epithymia (Desejo). Com efeito, a noção de Eros tanto como forma positiva de manía, quanto de epithymia tem um lugar de destaque na filosofia de Platão, pois adquire o papel de motor essencial da vida humana, incluindo- se aí a própria atividade filosófica.

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    Publicado

    2014-07-01

    Edição

    Seção

    Dossiê Filosofia Antiga

    Como Citar

    Junior, A. P. C. (2014). Mania e epithymia em Platão: um estudo do Fedro e Banquete. Argumentos - Revista De Filosofia, 6(12). https://doi.org/10.36517/arf.v6i12.19070