Corrupção entre o ser e o dever ser

Autores

  • Pedro Geraldo Aparecido Novelli
    • Cátia Goretzki
      • Davide Barile
        • Holger Glinka
          • Niklas Hebing

            DOI:

            https://doi.org/10.36517/arf.v8i16.19144

            Palavras-chave:

            Direito. Moralidade. Ética.

            Resumo

            A corrupção não é um fenômeno moderno, mas sempre esteve presente ao longo da história dos homens. Não se trata, portanto, de um fenômeno natural, mas histórico cujas causas podem ser imputadas tanto a indivíduos quanto às organizações políticas e sociais. Há um grande consenso entre especialistas e não especialistas sobre os grandes danos e prejuízos resultantes da prática da corrupção. Uma questão comum entre os que desejam fazer algo no sentido de erradicar esse comportamento é a forma mais eficaz de sucesso nessa empreitada. Haveria procedimentos que pudessem ser empregados para tanto? Com o objetivo de fornecer algum subsídio a mais para a possíveis atitudes e planos perguntou-se a quatro filósofos, sendo três alemães e um italiano, se seria viável um combate efetivo à corrupção e o quê poderia ser feito. A partir da situação européia comum entre os pesquisadores e a diferença cultural de dois países pode-se notar que uma solução somente pode ser considerada tomando-se como elemento norteador a organização político social-econômica que exponha a corrupção e seus malefícios nas formas do benefício exclusivo, da marginalização e da pobreza. Mais do que afetar indivíduos a corrupção atinge muito mais e sempre a coletividade causando degradação principalmente entre os menos favorecidos.

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            Publicado

            2017-02-20

            Edição

            Seção

            Artigos

            Como Citar

            Novelli, P. G. A., Goretzki, C., Barile, D., Glinka, H., & Hebing, N. (2017). Corrupção entre o ser e o dever ser. Argumentos - Revista De Filosofia, 8(16). https://doi.org/10.36517/arf.v8i16.19144