Genre et agriculture familiale

l'(in)visibilité des femmes dans le leadership des entreprises

Auteurs

DOI :

https://doi.org/10.36517/aval.v12i26.96278

Mots-clés :

Agriculture familiale , Genre, Marais de Paraíba , Développement régional , Sécurité alimentaire

Résumé

L'agriculture familiale s'est imposée comme une alternative à la production alimentaire intensive caractéristique de l'agro-industrie, représentant 23 % de la production agricole brésilienne en termes de rentabilité (IBGE, 2019). Cependant, ce n'est pas le seul facteur pertinent, car les luttes actuelles du mouvement féministe ont mis en lumière le rôle des femmes en milieu rural, jusque-là largement invisible en raison de l'héritage patriarcal de la colonisation. Par conséquent, ce ne sont pas les pratiques agroécologiques, moins néfastes pour l'environnement, qui sont mises en avant, mais aussi le rôle des femmes dans la dynamisation des espaces productifs, la commercialisation et la participation sociale. Cet article vise à analyser la participation des femmes à l'agriculture familiale dans la microrégion de Brejo Paraíba, en analysant les résultats du recensement agricole de 2017 et en passant en revue la littérature. La conclusion est que le leadership féminin dans ces entreprises a été progressiste, mais reste loin d'atteindre l'égalité.

Références

ALTIERI, Miguel Angel. Agroecologia: a dinâmica produtiva da agricultura sustentável. 4ª ed., Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2004.
DAMKE, Luana Inês; CASSOL, Cristina Anita; GOMES, Clandia Maffini. Discriminação, preconceito e dominação: A luta das mulheres por mais espaço e representação na sociedade brasileira. Diálogo, n. 40, p. 55-68, 2019.

DA SILVA, Lélia Nogueira.; FERREIRA, José Gomes. Gênero e agricultura familiar no Brejo paraibano. Anais do 8. Encontro Nacional da Rede de Estudos Agrários: pesquisa e extensão em rede: o protagonismo da agricultura familiar em tempos de crise climática e alimentar: 17 a 20 de setembro de 2024, São Cristóvão (SE)/Rede de Estudos Agrários, São Cristóvão, SE: Editora UFS, 2024.

DELGADO, Guilherme Costa; BERGAMASCO, Sonia Maria Pessoa Pereira (Orgs.). Agricultura familiar brasileira: desafios e perspectivas de futuro. Brasília: Ministério do Desenvolvimento Agrário, 2017.

DOS SANTOS, Jordan Brasil; BOHN, Liana; ALMEIDA, Helberte João França. O papel da mulher na agricultura familiar de Concórdia (SC): o tempo de trabalho entre atividades produtivas e reprodutivas. Textos de economia, v. 23, n. 1, p. 1-27, 2020.

DOS SANTOS, Nilma Angélica. A divisão sexual do trabalho na agricultura familiar: entre a invisibilidade e a desvalorização do trabalho (re) produtivo de mulheres trabalhadoras rurais do município de Brejo/MA frente à expansão da monocultura de soja. Revista de Políticas Públicas, p. 331-337, 2016.

FERREIRA, José Gomes; GOMES, Matheus Fortunato Barbosa; FIGUEREDO, Elayne da Silva; XAVIER, Juliana de Souza Água, semiárido e sustentabilidade: aplicando o ODS 6 aos municípios do Rio Grande do Norte. MIX Sustentável, v. 9, n. 2, p. 75-90, 2023.

GOFFMAN, Erving. A representação do eu na vida cotidiana. Petrópolis: Editora Vozes, 2007.

GRISA, Catia; SCHNEIDER, Sergio. Três gerações de políticas públicas para a agricultura familiar e formas de interação entre sociedade e estado no Brasil. Revista de Economia e Sociologia Rural, v. 52, p. 125-146, 2015.

GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed. - São Paulo: Atlas, 2002.

IBGE. Censo 2022: Em 12 anos, proporção de mulheres responsáveis por domicílios avança e se equipara à de homens. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Disponível em: https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noticias/2012-agencia-de-noticias/noticias/41663-censo-2022-em-12-anos-proporcao-de-mulheres-responsaveis-por-domicilios-avanca-e-se-equipara-a-de-homens. Acesso em: 17 out. 2024.

IBGE. Censo Agropecuário 2017. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, 2019. Disponível em: https://www.ibge.gov.br/estatisticas/economicas/agricultura-e-pecuaria/9827-censo-agropecuario.html?edicao=9830. Acesso em: 14 out. 2024.

IBGE. Censo Demográfico 2022. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, 2023. Disponível em: https://www.ibge.gov.br/estatisticas/sociais/populacao/22827-censo-demografico-2022.html?edicao=38166&t=resultados. Acesso em: 14 mai. 2024.
IBGE CIDADES. Paraíba, 2024. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística Disponível em: https://cidades.ibge.gov.br/brasil/pb/panorama. Acesso em: 12agot. 2025.

MARCHA DAS MARGARIDAS. Margaridas em Marcha 2023. Disponível em https://www.marchadasmargaridas.org.br/. Acesso em: 17 mai 2024.

MEDEIROS, Pedro. A dramaturgia democrática: aproximações entre Erving Goffman e a teoria da democracia. Revista UNINTER de Comunicação, v. 3, n. 4, p. 29-47, 2015.

MEUS, Albina Graciéla Aguilar; ETHUR, Luciana Zago. O protagonismo da mulher e sua representatividade no desenvolvimento local da agricultura familiar. Revista Conexão UEPG, n. 17, p. 31, 2021.

MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO. Economia Popular e Solidária, 2023. Disponível em: https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/assuntos/economia-solidaria. Acesso em: 21 nov. 2024.

SCHNEIDER, Clair Odete; GODOY, Cristiane Maria Tonetto; WEDIG, Josiane Carine; VARGAS, Thiago de Oliveira. Mulheres rurais e o protagonismo no desenvolvimento rural: um estudo no município de Vitorino, Paraná. Interações (Campo Grande), [S. l.], v. 21, n. 2, 2020. DOI: 10.20435/inter. v21i2.2560.

TROYA, Arsenio Hidalgo. Técnicas estadísticas en el análisis cuantitativo de datos. Revista Sigma, 15 (1), p. 28-44, 2019.

VIEIRA, Marcia Gilmara Marian et al. Agricultura sustentável: favorecendo ambientes saudáveis e o empoderamento feminino. Em Extensão, v. 18, n. 2, 2019.

Téléchargements

Publiée

2025-11-25

Comment citer

Genre et agriculture familiale: l’(in)visibilité des femmes dans le leadership des entreprises. (2025). Revista Aval, 12(26). https://doi.org/10.36517/aval.v12i26.96278