O TRABALHO DOCENTE NO BRASIL

FLEXIBILIZAÇÃO, PRECARIZAÇÃO E ESTEREÓTIPOS DE GÊNERO

Autores

DOI:

https://doi.org/10.36517/eemd.4795.97075

Palavras-chave:

trabalho docente, feminização do magistério, precarização

Resumo

Este artigo analisa os mecanismos de desvalorização do trabalho docente no contexto da sociedade contemporânea. A investigação focaliza as inter-relações entre as políticas de precarização do ensino e do trabalho, considerando a fragilidade crescente das relações laborais. A feminização do magistério é um elemento estruturante para a compreensão histórica e social da deslegitimação da docência, revelando como gênero e classe se articulam na desvalorização da profissão. Na metodologia utiliza-se a pesquisa bibliográfica de base marxista, discutindo a reconfiguração de classe frente às transformações do trabalho docente. A análise se ancora nas implicações da reforma trabalhista e na implementação do Novo Ensino Médio como medidas que promovem a formação de uma força de trabalho flexível e precarizada, ressaltando a urgência da discussão da precarização na educação e na formação docente.

Biografia do Autor

  • Allan Gusson de Castro

    Mestrando do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal do Acre (UFAC), Bolsista CNPq. Psicólogo.

  • Grace Gotelip Cabral

    Doutora em Educação pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Professora Associada IV da Universidade Federal do Acre (UFAC). Docente Permanente do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal do Acre (UFAC).

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Publicado

2026-05-26

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Artigos