AS TEORIAS PÓS-COLONIAIS E O HIBRIDISMO EM JOSÉ DE ALENCAR
Resumo
preocupação da crítica literária do século XIX fora estabelecer um projeto de identidade nacional homogêneo, baseado em relações de semelhança com o modelo colonial. Hoje, através dos estudos das teorias pós-coloniais, podemos nos atrever criticamente perante tais restrições e controle dos pressupostos já consagrados esteticamente, o que nos possibilita lançar um novo olhar para as narrativas brasileiras, como a obra Iracema (1865), de José de Alencar. Propomos uma reflexão sobre essas posturas dominantes, que tendem a esgotar o sentido da obra literária e provocam no romance uma construção dicotômica, de oposições, relacionada aos seus protagonistas. A partir da filosofia da desconstrução de Derrida e Deleuze, e dos estudos culturais de Homi Bhabha, abre-se a possibilidade de reconhecer e discutir o hibridismo em Iracema, numa releitura e ressignificação da obra e dos personagens.Downloads
Publicado
2014-09-01
Edição
Seção
Dossiê
Como Citar
BRITO, Sílvia Barbalho; DE SOUSA, Ilza Matias. AS TEORIAS PÓS-COLONIAIS E O HIBRIDISMO EM JOSÉ DE ALENCAR. Entrelaces - Revista do Programa de Pós-Graduação em Letras-UFC, Fortaleza, v. 1, n. 4, p. 206–213, 2014. Disponível em: https://periodicos.ufc.br/entrelaces/article/view/3577. Acesso em: 18 jul. 2026.





