“COMO SE DEUS ESTIVESSE CUSPINDO NA GENTE”: O ESTIGMA DA EXCLUSÃO EM AMANHÃ NUMA BOA (GUÈNE, 2006)

Autores

  • Davi Gonçalves UNICENTRO
    • Kall Lyws Barroso Sales UFAL

      Resumo

      Propomos aqui uma análise da protagonista descendente de marroquinos do romance francês Amanhã, numa Boa (GUÈNE, 2006), para identificar como ela reinscreve a posição do outro marginalizado perante os discursos do centro multiculturalista. Assim, testamos e comprovamos a hipótese de que a narrativa se move na direção contrária à romantização, assimilação e silenciamento dos epistemes periféricos representados e rearticulados pela personagem em questão. Partindo principalmente das reflexões de Zizek (2016), esboçamos um retrato do estigma da exclusão do sujeito (i)migrante.

      Biografia do Autor

      • Davi Gonçalves, UNICENTRO
        Licenciatura em Letras (2010-UEM), Bacharelado em Tradução (2011-UEM), Mestrado em Literatura Inglesa (2014-UFSC), Doutorado em Estudos da Tradução (2017-UFSC), Professor Colaborador na UNICENTRO (Irati-PR)

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      Publicado

      2020-03-08

      Como Citar

      GONÇALVES, Davi; SALES, Kall Lyws Barroso. “COMO SE DEUS ESTIVESSE CUSPINDO NA GENTE”: O ESTIGMA DA EXCLUSÃO EM AMANHÃ NUMA BOA (GUÈNE, 2006). Entrelaces - Revista do Programa de Pós-Graduação em Letras-UFC, Fortaleza, v. 1, n. 18, p. 131–146, 2020. Disponível em: https://periodicos.ufc.br/entrelaces/article/view/40942. Acesso em: 13 jul. 2026.