MÍDIA: A MÉTRICA DA DIVULGAÇÃO DE MORFOLOGIA

Autores/as

  • Maria Leticia de Sousa Viana
  • Denis Cleyton da Silva Galvão
  • Francisco de Assis Ferreira Junior
  • Ingrid Maria Lopes Cavalcante
  • Marianna de Figueiredo Benevides
  • Emmanuel Prata de Souza

Resumen

É nítida a identificação das diversas mudanças que ocorreram na rotina da população com o advento da Globalização, incluindo o início e a propagação da revolução tecnológica, causando, inclusive, alterações no mundo educacional, onde a sociedade conheceu um novo tipo de comunicação, a mídia, incluindo a internet. Nesse contexto, com as variações geradas na maioria dos âmbitos de convivência, em consequência do uso das mídias e suas inovações, o meio educacional alterou-se ao passar dos anos, incluindo a propagação do ensino de morfologia e outras ciências através do meio digital. Nesse sentido, é profícuo noticiar como a mídia é um importante meio para divulgação da morfologia, uma vez que há a facilitação ao acesso para a informação. Exemplificando o que foi exposto, pode-se afirmar que, uma pessoa que não possui oportunidades em seu local de vivência pode, por intermédio da mídia, ter acesso a ensinamentos sobre anatomia e educação, sem que haja um deslocamento ou gastos adicionais. Logo, a partir dos resultados obtidos, é possível notar a importância que as mídias possuem na divulgação de morfologia, já que contribui com o aumento de pessoas interessadas pela ciência supracitada, desde o ensino básico até o interesse para alcançar o ensino superior. Ademais, a metrificação da mídia é de grande importância, auxiliando em informações precisas e usuais do cotidiano, como aprender a anatomia básica para realizar a prestação de primeiros socorros em casos de acidentes. Portanto, o ensino de morfologia por intermédio das mídias é de relevante importância no cotidiano dos internautas.

Publicado

2022-01-01

Número

Sección

XXXI Encontro de Extensão

Cómo citar

MÍDIA: A MÉTRICA DA DIVULGAÇÃO DE MORFOLOGIA. (2022). Encontros Universitários Da UFC, 7(16), 2936. https://periodicos.ufc.br/eu/article/view/87192