A ABORDAGEM ECOSSISTÊMICA E O ENSINO DE GEOGRAFIA: UMA PROPOSIÇÃO AO ESTUDO DA RELAÇÃO E NATUREZA E SOCIEDADE NA EDUCAÇÃO BÁSICA

Autores

DOI:

https://doi.org/10.26895/geosaberes.v13i0.1144

Palavras-chave:

Professores de Geografia, Esferas terrestres, Processos naturais, Benefícios da natureza

Resumo

São vários os significados que o conceito de natureza adquiriu nas grandes áreas de conhecimento. Tendo isso em vista, na educação formal, cabe ao ensino da Geografia a missão de  estimular a reflexão acerca das relações que se estabelecem entre natureza e sociedade por diversos tipos de conexões. A partir disso, o objetivo deste artigo é propor,  para o  ensino da Geografia, uma abordagem da natureza segundo os serviços ecossistêmicos presentes nas esferas terrestres. A metodologia utilizada é baseada em revisão de literatura dos temas destacados, trabalhos de campo e proposição de discussão geográfica da natureza. Os resultados apontam a existência de possibilidades de se empregar, na educação básica em que seja predominante a visão integrativa entre o meio físico e a sociedade, a abordagem dos bens e serviços oriundos das esferas terrestres.

Biografia do Autor

  • João Correia Saraiva Júnior, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte (IFRN), Brasil

    Professor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte (IFRN).

  • Marcos Antonio Leite do Nascimento, Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Brasil

    Professor do Departamento de Geologia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

  • Matheus Lisboa Nobre da Silva, Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Brasil

    Doutorando em Geologia. Programa de Pós-Graduação em Geologia, Instituto de Geociências, Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

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Publicado

2022-02-23

Edição

Seção

Artigos

Como Citar

A ABORDAGEM ECOSSISTÊMICA E O ENSINO DE GEOGRAFIA: UMA PROPOSIÇÃO AO ESTUDO DA RELAÇÃO E NATUREZA E SOCIEDADE NA EDUCAÇÃO BÁSICA. (2022). Geosaberes, 13, 95-119. https://doi.org/10.26895/geosaberes.v13i0.1144