PARTICIPACIÓN DE LA MIGRACIÓN EN LA PENDULARIDAD EN LAS ÁREAS DE INFLUENCIA DE METRÓPOLIS BRASILEÑAS

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.4215/rm2019.e18017

Palabras clave:

Migração, Mobilidade Pendular, Áreas de Influência Metropolitana

Resumen

En varios momentos en el tiempo la movilidad poblacional sirvió como fuente motora de profundas transformaciones sociales y económicas en las regiones de origen y destino en Brasil. Además de los tradicionales flujos migratorios, la movilidad pendular también ha asumido un papel relevante
en el proceso de producción y organización del espacio, especialmente a nivel regional. Considerando esta dimensión, este estudio tiene como objetivo evaluar la influencia de la migración en el fenómeno de la pendularidad en las Áreas de Influencia (AIs) de las principales metrópolis brasileñas, teniendo como base los microdatos de la muestra de los Censos Demográficos de 1980 y 2010. En una primera aproximación,
comparando las dos décadas censales consideradas, los resultados demuestran que ocurrió un expresivo crecimiento en la incidencia de la movilidad pendular, tanto en términos del volumen de personas, cuanto en relación al número de flujos establecidos. Además de este hecho, los datos también permiten observar que hay una reducción considerable en la proporción de los migrantes de la década que realizan la movilidad pendular intrarregional, así como un aumento del peso de los no migrantes naturales del municipio de residencia en la composición de esos desplazamientos.

Palabra clave: Movilidad poblacional, Migración,  Áreas de Influencia de Metrópolis.

Biografía del autor/a

  • Carlos Lobo, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte (MG), Brasil

    Doutor em Geografia pela Universidade Federal de Minas Gerais. Foi chefe do Departamento de Geografia da Universidade Federal de Minas Gerais e atualmente é Subcoordenador do Programa de Pós-graduação em Geografia do Instituto de Geociências da UFMG. É docente credenciado nos Programas de Pós-Graduação em Análise e Modelagem de Sistemas Ambientais e em Geografia, ambos do IGC/UFMG. É editor chefe da Revista Geografias/UFMG e bolsista do programa pesquisador mineiro da FAPEMIG. A atuação está concentrada na área de Geografia da População, com ênfase nos estudos sobre migrações/mobilidade espacial da população e em métodos quantitativos aplicados a análise espacial.

  • José Marcos Pinto da Cunha, Universidade de Campinas, Campinas (SP), Brasil

    Graduado em Estatística pela Universidade de São Paulo (1982), mestrado em Demografia pelo Centro Latino Americano de Demografia (1984), doutorado em Ciências Sociais pela Universidade Estadual de Campinas (1994), pós-doutorado no "Population Research Center" da Universidade do Texas em Austin (2001/02) e com período sabático no Centro de Estudos Demográficos (CED) da Universidade Autônoma de Barcelona (2018). Atualmente é professor titular no Departamento de Demografia do Instituto de Filosofia e Ciência Humanas e pesquisador do Núcleo de Estudos de População, ambos da Universidade Estadual de Campinas. Tem experiência na área de estudos populacionais com ênfase em Distribuição Espacial, urbanização, migração interna e na interrelação entre dinâmica demográfica e políticas públicas. Presidente da Associação Brasileira de Estudos Populacionais (ABEP), gestões 2008/09 e 2010/11. Atualmente desenvolve pesquisas sobre seguintes temas: dinâmica demográfica metropolitana, segregação socioespacial, migração interna e urbanização.

Publicado

2019-09-03

Número

Sección

Artigos