¿ES VIABLE LA INCLUSIÓN DE LOS COSTOS ECONÓMICOS EN LA PLANIFICACIÓN DE PRACTICAS DE CONSERVACIÓN AMBIENTAL?

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.4215/rm2022.e21017

Palabras clave:

Áreas Protegidas

Resumen

Las prácticas de conservación ambiental son ampliamente requeridas por la sociedad para resolver la crisis de los fenómenos meteorológicos extremos y la pérdida continua de biodiversidad. Sin embargo, uno de los mayores desafíos en el proceso de priorización de áreas protegidas que cumplen con las metas de conservación, es la inclusión y la distribución espacial de los costos monetarios en la función objetiva de la planificación para la adquisición de áreas que reflejen mejor el proceso de toma de decisiones en el territorio. En el presente trabajo, presentamos los costos monetarios que se desdoblan en la adquisición del derecho a la propiedad de una parcela de tierra y el costo de oportunidad de las cuencas hidrográficas de los ríos Piracicaba, Capivari y Jundiaí. Nuestro enfoque deriva de los procedimientos metodológicos del análisis espacial y la teledetección, para sistematizar y asociar la información tabular de las instituciones de asistencia y economía rural con los elementos naturales adquiridos a través de la cartografía temática de uso y cobertura del suelo. Así, se utilizó la integración de la matriz geoespacial monetaria con objetos exactos derivados del sensor multiespectral Operation Land Imager (OLI) acoplado al Landsat 8. En general, encontramos que los costos monetarios de las acciones de conservación en el área de estudio, tienen valores inversos y que incluirlos en la función de planificación objetiva puede priorizar áreas protegidas con menos conflicto por el uso de la tierra en relación con las diversas actividades económicas que se desarrollan en el territorio.

Palabras-clave: Costo de Oportunidade, Costo Adquisición, Áreas Protegidas.

Biografía del autor/a

  • Ulises Rodrigo Magdalena, Universidade Estadual de Campinas, Campinas (SP), Brasil

    Estudante de Doutorado em Geografia na Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP. Mestre em Engenharia de Biossistemas e Graduado em Geografia pela Universidade Federal Fluminense - UFF. Possui Magistério pelo Centro Específico de Formação e Aperfeiçoamento do Magistério - CEFAM. Atuou no Laboratório de Avaliação e Monitoramento da Biodiversidade (SAGE/COPPE-UFRJ) e no grupo de pesquisa REDE ABROLHOS no desenvolvimento de estudos aplicados à conservação marinha. Participou do projeto SiBBr no Núcleo de Computação Científica e Geoprocessamento do Instituto de Pesquisa Jardim Botânico do Rio de Janeiro, IP/JBRJ. Foi membro do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência - PIBID (2011 - 2013). Participou do programa de Mobilidade Acadêmica Internacional da UFF, no curso de Engenharia Geotécnica e Geoambiente no Instituto Superior de Engenharia do Porto - ISEP, em Portugal, no primeiro semestre de 2014.

  • Cassiano Gustavo Messias, Universidade Estadual de Campinas, Campinas (SP), Brasil

    Doutor em Geografia, pela Universidade Estadual de Campinas (2018). Atuou em projetos desenvolvidos nos laboratórios de Geomorfologia e Solos (ICN-Unifal-MG), Geosolos (Epamig-UFLA), Análise Espacial e Geoprocessamento (IG-Unicamp) e Aprendizagem em Logística e transportes (FEC-Unicamp). Atualmente atua como auditor no Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal por Satélite (PRODES), no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Área de atuação: Sensoriamento Remoto, Geoprocessamento, Análise Espacial e Modelagem de Dados Espaciais em SIG.

  • Juan Pablo Zbrun Luoni, Universidad Nacional de los Comechingones

    Mestre em Ordenamento do Território pela Universidade Internacional de Barcelona - Universidade de Barcelona, Espanha. Foi bolsista do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID - CAPES), assim como bolsista do Instituto Confucius durante seis meses na Universidade Normal de Hebei, China. Atualmente se desempenha como professor adjunto na "Universidade Nacional de Los Comechingones" (Argentina). Foi gerente de projetos no Projeto Ressurgência, Departamento de Geoquímica da Universidade Federal Fluminense, UFF, Niterói - RJ e colaborou na area de comunicaçāo do Laboratório de Analise e Processamento de imagens de satélite Lapis - ICAT - UFAL. Tem experiência em ordenamento territorial urbano-regional com interesse em geografía urbana. Temática associada à realidade dos países da América do Sul e da China.

  • Raul Reis Amorim, Universidade Estadual de Campinas, Campinas (SP), Brasil

    Atualmente é professor MS 3.2, e recém aprovado no Concurso para Livre Docente na área de Análise e Gestão de Bacias Hidrográficas (título em homologação). É o coordenador do Programa de Pós-Graduação em Geografia e foi Chefe do Departamento de Geografia (DGEO) por dois mandatos no Instituto de Geociências (IG) da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). É licenciado em Geografia pela Universidade Estadual de Santa Cruz (2005), Mestre em Geografia pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) - 2007, e Doutor em Geografia também pela UNICAMP (2011). Conclui Estágio de Pós-Doutorado na UNICAMP (março/2015). Atua na área de Geografia, com ênfase em Geografia Física, trabalhando principalmente com os seguintes temas: Análise Geossistêmica da Paisagem, Análise, Planejamento e Gestão de Bacias Hidrográficas com ênfase em áreas sujeitas a inundações e estiagens, Vulnerabilidade e Riscos aplicados às inundações e Planejamento Ambiental em Unidades de Conservação. 

Publicado

2022-11-05

Número

Sección

Artigos