CONCEPTO DE CARTOGRAFÍA: LAS DEFINICIONES ENTRE LOS AÑOS 1960 Y 2000

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.4215/rm2024.e23015

Resumen

Este artículo analiza las definiciones de Cartografía propuestas por la ONU (Organización de las Naciones Unidas) y por la ICA (International Cartographic Association) entre los años 1940 y 2000, reflexionando sobre las transformaciones conceptuales en el campo y su relación con los avances tecnológicos en el área. Inicialmente, la definición de Cartografía era determinada por la ONU, pero a partir de 1965, la ICA asumió esa responsabilidad. A lo largo de 40 años, las definiciones evolucionaron considerablemente. En 1992, Fraser Taylor, como presidente de la ICA, presentó una actualización significativa al incluir el término "geoinformación" en su definición. Esta modificación amplió el alcance de la Cartografía para abarcar otras formas de representación espacial. Sin embargo, a finales de la década de 1990, hubo un retroceso cuando la ICA simplificó la definición de Cartografía, restringiéndola al estudio de mapas. Esta dinámica muestra que la evolución de los debates científicos no siempre sigue una trayectoria lineal, pudiendo oscilar entre avances y retrocesos. Por lo tanto, se concluye que es esencial continuar los debates conceptuales en torno a la definición de la Cartografía para acompañar las innovaciones tecnológicas y teóricas emergentes en el campo.

Palabras-clave: Epistemología. Asociación Cartográfica Internacional. Historia de la Cartografía.

Biografía del autor/a

  • Francisco Carlos Moreira Gomes, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro (RJ), Brasil

    Doutorando em Geografia, na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Atua principalmente na área de Geociências, com ênfase em Geotecnologias nos seguintes temas: Análise ambiental, cartografia histórica, análise espacial, desenvolvimento de ferramentas educacionais tecnológicas, aplicativos etc. 

  • Paulo Márcio de Leal Menezes, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro (RJ), Brasil.

    Doutor em Geografia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2000). Atualmente é professor Titular da Universidade Federal do Rio de Janeiro, onde é o coordenador do GeoCart - Laboratório de Cartografia, do Dep. de Geografia. Tem experiência na área de Geociências, com ênfase em Cartografia Básica, Cálculo de Ajustamento e Geodésia, atuando principalmente nas seguintes áreas: cartografia, sensoriamento remoto, geoprocessamento, cartografia digital, cartografia histórica e nomes geográficos (topônimos). Atuou como Vice Presidente da Associação Cartográfica Internacional (ICA/ACI), no período de 2011-2015 dentro do Comitê Executivo da Associação. Atualmente é oVice-Chair da Commissão Conjuta ICA/UGI em Toponímia. Pesquisador 2 do CNPq desde março 2022. Promoção à Professor Titular em 30/04/2022.

  • Manoel do Couto Fernandes, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro (RJ), Brasil

    Professor Titular do Departamento de Geografia da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Atua nas áreas de ensino, pesquisa e extensão da UFRJ. Atualmente é o coordenador do GEOCART (Laboratório de Cartografia do Departamento de Geografia da UFRJ) e pesquisador 2 do CNPq. Tem pós-doutorado na Universidade de Wolverhampton (UK) e doutorado no Programa de Pós-Graduação em Geografia da UFRJ. Desenvolve pesquisas na área de Geociências, com ênfase em Cartografia, Geoecologia e GIScience, orientando alunos de iniciação científica, mestrado, doutorado e pós-doutorado. Em suas atividades profissionais e de pesquisa, interage com vários colaboradores em co-autorias de trabalhos científicos nas áreas de Geoecologia, Cartografia, Cartografia Histórica, GIScience e Geomorfologia.

Publicado

2024-09-16

Número

Sección

Artigos