DESIGUALDADE DE RENDA, EMPREGO PÚBLICO E TRANSFERENCIAS DE RENDA NO BRASIL CONTEMPORÂNEO

DESIGUALDADE DE RENDA, EMPREGO PÚBLICO E TRANSFERENCIAS DE RENDA NO BRASIL CONTEMPORÂNEO

Autores

DOI:

https://doi.org/10.4215/rm2019.e18008

Palavras-chave:

Desigualdade de renda; emprego público; transferências de renda

Resumo

A ação do Estado, por meio da mobilização do emprego público e das transferências de renda, constituiu importante elemento para compreensão da desigualdade de renda no Brasil. Ao mesmo tempo em que pesquisas recentes constatam o fim da trajetória de redução da desigualdade de renda registrado na década de 2000, percebemos a ascensão de políticas de austeridade fiscal que objetivam desidratar os campos de atuação do Estado. O mapeamento e a análise do emprego público (Federal, Estadual e Municipal) e das Transferências Direta de Renda (Aposentadoria Rural, Benefício de Prestação Continuada e Programa Bolsa Família) ajudam na compreensão da decisiva atuação do Estado na geração e distribuição de renda.

Palavras-chave: Desigualdade de renda; emprego público; transferências de renda

Biografia do Autor

  • Tadeu Alencar Arrais, Universidade Federal de Goiás, Goiânia (GO), Brasil

    Doutor em Geografia pela Universidade Federal Fluminense (2005) e Pós-Doutorado na Universidade Federal do Ceará (CE). É professor Associado da Universidade Federal de Goiás e integra o corpo docente do Programa de Pesquisa e Pós-graduação em Geografia (Doutorado e Mestrado). É Editor do Boletim Goiano de Geografia e integra o Conselho Editorial da revista Mercartor, da Revista da ANPEGE e do Boletim Campineiro de Geografia. Tem publicado regularmente artigos sobre a problemática urbano e regional em periódicos especializados na área de geografia, além de livros sobre geografia urbana e geografia de Goiás. É Coordenador da Rede Goiana de Pesquisa em Desenvolvimento Regional e Análise da Informação Geográfica. Atualmente desenvolve pesquisa financiada pelo CNPq e coordena pesquisa financiada pelo Edital Pró-Integração (CAPES e Ministério da Integração) . Contemplado em 2013 com Bolsa de Produtividade do CNPq, Nível 2, com renovação para Produtividade em Pesquisa 1D em 2016.

Publicado

2019-04-29

Edição

Seção

Artigos