Deficit cognitivo como fator de risco para a limitação de atividades cotidianas em idosos institucionalizados

Autores/as

  • Luciana Araújo dos Reis
    • Gilsonde Vasconcelos Torres
      • Lana Karina Nascimento Novaes
        • Luana Araújo dos Reis

          Palabras clave:

          atividades cotidianas, idosos, demência.

          Resumen

          Este estudo de caráter exploratório descritivo com delineamento transversal e abordagem quantitativa visou avaliar a capacidade funcional, estado mental de idosos institucionalizados e identificar a associação entre déficit cognitivo e incapacidade funcional em idosos institucionalizados. 50% dos idosos era do sexo feminino, 66,6% são analfabetos, 23,3% alfabetizados, e 1,6% possui o segundo grau completo. Dos 80 idosos avaliados 28,3% encontram-se independentes em relação a sua capacidade funcional e 71,6% apresentam algum comprometimento de sua capacidade funcional. Em relação ao estado mental dos 60 idosos avaliados 63,3% apresentam as funções cognitivas preservadas e 36,7% apresentam alteração cognitiva não sugestiva de déficit cognitivo.

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          Biografía del autor/a

          • Luciana Araújo dos Reis
            Especialista em Saúde Pública, Docente do Departamento de Saúde da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia e Mestranda do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde/CCS-UFRN
          • Gilsonde Vasconcelos Torres
            Doutor em Enfermagem/EERP-USP e Docente do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde/CCS-UFRN, Brasil
          • Lana Karina Nascimento Novaes
            Psicóloga, Especialista e Docente do Curso de Psicologia da Faculdade de Tecnologia e Ciências
          • Luana Araújo dos Reis
            Acadêmica do Curso de Enfermagem da Faculdade de Tecnologia e Ciências

          Publicado

          2015-12-11

          Número

          Sección

          Artículos

          Cómo citar

          Deficit cognitivo como fator de risco para a limitação de atividades cotidianas em idosos institucionalizados. (2015). Revista De Psicologia, 2(1), 126-136. https://periodicos.ufc.br/psicologiaufc/article/view/81