COMUNICAÇÃO ALTERNATIVA E AMPLIADA (CAA) NA PERSPECTIVA DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA DE DEFICIENTES INTELECTUAIS: UMA ABORDAGEM DA TEORIA HISTÓRICO CULTURAL (THC)

  • Maria do Socorro Castelo Branco Mourão Lima

Resumo

Este artigo propõe analisar a CAA (Comunicação Alternativa e Ampliada) na
perspectiva da Educação Inclusiva numa abordagem da Teoria Histórico
Cultural (THC). O artigo destaca a Comunicação Alternativa e Ampliada,
utilizada como meio de inclusão escolar e social de deficientes, principalmente,
deficientes intelectuais. Utiliza-se, neste artigo, o aporte teórico de Vygotsky
(1984). A THC, defendida pelo estudioso russo e seus colaboradores, baseia se na lei geral do desenvolvimento cultural, em dois níveis: primeiramente,
interpessoal e depois intrapessoal. No entanto, o autor assegura que somente
através das relações sociais carregadas de significações, surge o
desenvolvimento das funções psicológicas superi ores ou culturais mediadas
pelo outro, por meio da linguagem, signo por excelência. Isto é, a essência do
desenvolvimento cultural consiste na apropriação e no domínio do social. Este
artigo enfatiza o conceito da zona de desenvolvimento proximal (ZDP) como
foco do estudo da CAA. A pesquisa é somente bibliográfica e o referencial
teórico contempla três tópicos: 1- A Comunicação Alternativa e Ampliada para
deficientes Intelectuais; 2- Inclusão escolar / necessidades educacionais
especiais / deficiente intelectual 3- O sociointeracionismo da Teoria Histórico
Cultural de Vygotsky e a CAA (Comunicação Alternativa e Ampliada).

Biografia do Autor

Maria do Socorro Castelo Branco Mourão Lima

Doutoranda da UNESP – (Universidade estadual Paulista “Julio de Mesquita Filho”.
Professora do IFCE – (Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Ceará.)
Pedagoga. Especialista em Planejamento Educacional e Psicopedagogia. Mestra em
Gestão Negócios Turísticos.

Publicado
2017-03-16
Seção
Artigos