A POLÍTICA DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL DOS AGENTES COMUNITÁRIOS DE SAÚDE: LIMITES E POSSIBILIDADES DE CONSTRUÇÃO DE SUJEITOS CRÍTICOS.

  • Maria Alcina Gomes de Sousa Monteiro
  • Fabiane Santana Previtali

Resumo

Apresentam-se, neste estudo, algumas considerações sobre o trabalho do Agente Comunitário de Saúde - ACS na da Estratégia Saúde da Família – ESF, eixo estruturante da atenção básica no Sistema Único de Saúde - SUS, cuja prioridade é a prevenção e a promoção da saúde, cabendo-lhe a responsabilidade pelo elo entre o serviço de saúde e a comunidade e o papel de educador, articulador e mobilizador social. Apontam-se elementos históricos e legais de construção dessa categoria profissional diante dos impactos das transformações capitalistas contemporâneas e dos desafios da Política de Saúde no contexto de reestruturação produtiva do capital.  Reflete-se, ainda, sobre as propostas de formação profissional para esses trabalhadores, vislumbrando-se os limites e possibilidades de construção de sujeitos críticos a partir desse processo educativo.

Biografia do Autor

Maria Alcina Gomes de Sousa Monteiro
Graduada em Serviço Social (1983), especialista em Gestão em Saúde (2004) e em Políticas Sociais e Processos Pedagógicos do Serviço Social (2008) pela Universidade Federal do Maranhão – UFMA. Com Formação Pedagógica para docentes de ensino médio e profissional, pela Universidade Estadual do Maranhão -UEMA (2007), Atualmente é mestranda em Educação, do Programa de Pós-Graduação em Educação, Linha de Política e Gestão da Educação, da Universidade Federal de Uberlândia - UFU.
Fabiane Santana Previtali
Doutora em Ciências Sociais pela Universidade Estadual de Campinas (2002), professora adjunta IV da Universidade Federal de Uberlândia - UFU, atuando junto aos Programas de Pós-Graduação em Educação – FACED/UFU e do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais – INCIS/UFU. Coordena o Grupo de Pesquisa Trabalho, Educação e Sociedade – GPTES. É pesquisadora do Grupo de Pesquisa Trabalho, Educação e Formação Humana (UFU/FACED) e do Grupo de Pesquisa Estudos sobre o mundo do Trabalho e suas metamorfoses (UNICAMP/IFCH).
Publicado
2017-03-16
Seção
Artigos