Avaliação da dor em crianças submetidas ao transplante de células-tronco hematopoéticas

Adriana Correa Sampaio, Nen Nalú Alves das Mercês, Mauren Teresa Grubisich Mendes Tacla, Márcia Helena de Souza Freire, Letícia Pontes

Resumo


Objetivo: avaliar a dor em crianças submetidas ao transplante de células-tronco hematopoéticas. Métodos: pesquisa longitudinal e analítica, com crianças internadas para transplante de células-tronco hematopoéticas, com escala Faces Pain Scale Revised, a cada quatro horas, do internamento à alta hospitalar, analisados com frequência absoluta, relativa e teste qui-quadrado. Resultados: nove crianças de quatro a nove anos de idade foram avaliadas, totalizando 1.095 avaliações, em 23,4% foram relatados algum escore de dor; destas, 38,9% foram em região hipofaríngea; 78,8%, dor moderada. O qui-quadrado mostrou significância entre escores de dor e semanas pós-transplante e existência da dor entre as crianças analisadas. Conclusão: embora a dor não tenha acometido grande proporção de crianças, as dores moderada e forte abrangeram cerca de 80,0% das queixas, ao longo do processo de transplante de células-tronco hematopoéticas. Desta forma, sugere-se que a avaliação da dor seja um dos sinais a serem inseridos nos protocolos das intervenções de enfermagem nesse contexto de cuidar.

Palavras-chave


Enfermagem Pediátrica; Medição da Dor; Transplante de Células-Tronco Hematopoiéticas.

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DOI: http://dx.doi.org/10.15253/2175-6783.20192039961

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